quarta-feira, 25 de novembro de 2009
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Eu não sou dentista.
Eu não sou eu não sou dono de restaurante.
Eu não sou sou advogado.
Eu sou músico!
Quem mandou não estudar né?
Pois é.
E se tivesse?
Será que eu escutaria:
- Colé João. Tô com um problema no dente aqui, cara. Tem como tu fazer uma obturaçãozinha aqui pra mim não?
ou receberia aquela ligação:
- Colé João! Meu amigão, meu brother, meu fita!!! Tô cheio de fome. Tem como tu mandar um jantar aqui pra casa?
ou até
- Colé João. Tô preso, mano. Tem como tu me tirar aqui da cadeia não? Ah! E tá eu e um parceiro meu. Tem como soltar ele também?
Pois é, gente amiga.
Infelizmente o meu trabalho é um pouco diferente.
O ramo é entretenimento.
Eu trabalho com música e geralmente os lugares em que eu trabalho são bastante divertidos.
Pessoas bebem, dançam, cantam, se divertem e nada mais natural que paguem por isso já que tem tanta gente trabalhando pra que a diversão seja plena e há de convir que não é uma tarefa muito fácil, né?
Uma linha de produção, uma indústria.
Indústria essa que deixará muitos desempregados se as pessoas continuarem pedindo pra liberar a porra da entrada de tudo quanto é lugar!
Pronto falei.
Mesmo assim, espero todo mundo hoje lá no Santa Luzia à partir das 21h pra curtir a roda de samba dos Batuqueiros e comemorar o meu aniversário.
A Joana e os filhos de todos os músicos mandam avisar que o ingresso é apenas R$10 e músicos com carteira da Ordem não pagam (a carteira não precisa estar em dia, tá?).

Valeu Zumbi!
...
Um pouco amargo esse post, né?
Fiquei preocupado de alguém ficar chateado, vestir a carapuça...
Fica não tá, gente? Não é (quase) nada pessoal...
Ó.
Pra amenizar o clima e deixar o dia da galera mais feliz eu separei algumas video-cassetadas pra vocês.
Não que eu espere que essas pessoas que pedem pra botar o nome na porta se machuquem, caiam feio, ou sofram algum tipo de dor física... longe disso!
É só pra descontrair mesmo.
Mas caiu, bateu, machucou? Passa Gelol que passa.
Eu não sou eu não sou dono de restaurante.
Eu não sou sou advogado.
Eu sou músico!
Quem mandou não estudar né?
Pois é.
E se tivesse?
Será que eu escutaria:
- Colé João. Tô com um problema no dente aqui, cara. Tem como tu fazer uma obturaçãozinha aqui pra mim não?
ou receberia aquela ligação:
- Colé João! Meu amigão, meu brother, meu fita!!! Tô cheio de fome. Tem como tu mandar um jantar aqui pra casa?
ou até
- Colé João. Tô preso, mano. Tem como tu me tirar aqui da cadeia não? Ah! E tá eu e um parceiro meu. Tem como soltar ele também?
Pois é, gente amiga.
Infelizmente o meu trabalho é um pouco diferente.
O ramo é entretenimento.
Eu trabalho com música e geralmente os lugares em que eu trabalho são bastante divertidos.
Pessoas bebem, dançam, cantam, se divertem e nada mais natural que paguem por isso já que tem tanta gente trabalhando pra que a diversão seja plena e há de convir que não é uma tarefa muito fácil, né?
Uma linha de produção, uma indústria.
Indústria essa que deixará muitos desempregados se as pessoas continuarem pedindo pra liberar a porra da entrada de tudo quanto é lugar!
Pronto falei.
Mesmo assim, espero todo mundo hoje lá no Santa Luzia à partir das 21h pra curtir a roda de samba dos Batuqueiros e comemorar o meu aniversário.
A Joana e os filhos de todos os músicos mandam avisar que o ingresso é apenas R$10 e músicos com carteira da Ordem não pagam (a carteira não precisa estar em dia, tá?).
Valeu Zumbi!
...
Um pouco amargo esse post, né?
Fiquei preocupado de alguém ficar chateado, vestir a carapuça...
Fica não tá, gente? Não é (quase) nada pessoal...
Ó.
Pra amenizar o clima e deixar o dia da galera mais feliz eu separei algumas video-cassetadas pra vocês.
Não que eu espere que essas pessoas que pedem pra botar o nome na porta se machuquem, caiam feio, ou sofram algum tipo de dor física... longe disso!
É só pra descontrair mesmo.
Mas caiu, bateu, machucou? Passa Gelol que passa.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Mais um desabafo.
Eu adoro novidades e inovações no vestuário!
Desde criança.
Já descolori várias vezes, raspei com gilete, pintei de vermelho o cabelo.
Já pintei as unhas da mão de preto.
Fui um dos primeiros da minha turma na escola a botar brinco.
Na época pregavam a magnífica que homem usava na orelha esquerda e homossexuais na direita.
Eu furei logo as duas e mais um na esquerda.
Se fosse o caso era só um terço viado.
Tatuagem tenho 2.
Tênis coloridos, calças customizadas, camisas pintadas...
Já furei o nariz mas perdi o piercing e machuquei o nariz ao enxugar a cabeça -muito delicadamente imaginem- ; a toalha agarrou e o danado foi arrancado...ui que dor.
Enfim.
Eu ando vendo uma moda na rua que de verdade não me agrada nem um pouco...
É o tal do Piercing na cara.
Que isso minha gente?!?!?!?!
Tão ficando malucos, é?
Outro dia botei o apelido de um garotão de CARA DE MURAL.
Na sobrancelha (isso acredite, não se escreve "sombrancelha") eu já achava muito agressivo mas neguinho agora fura na parte superior da boca (no bigode), na inferior, no meio,na bochecha e no lábio em si!!!
Deus me livre!
E as cores e formas dos piercings?
Ai eu me pergunto: POR QUE??
Um negócio que não é charmoso, nem sensual, nem nada!!!!!
Eu imagino por exemplo, aqui em casa mesmo a Joana.
Hipoglos amêndoas, banhinhos, cuidados, mimos...
Imagina se um dia ela me aparece com uma desgraça daquela ?
VAI TIRAR ESSA PORRA AGORA DA CARA!!!!!!
Fura a língua, ora!!!
O mamilo, o umbigo... o grelo!!!
Não fica maneiro esse negocio não.
E como diria nosso digníssimo Baiano do Tropa de Elite:
"Na cara não meu chefe... pra não estragar o velório"
A-LOW HEIN?
Desde criança.
Já descolori várias vezes, raspei com gilete, pintei de vermelho o cabelo.
Já pintei as unhas da mão de preto.
Fui um dos primeiros da minha turma na escola a botar brinco.
Na época pregavam a magnífica que homem usava na orelha esquerda e homossexuais na direita.
Eu furei logo as duas e mais um na esquerda.
Se fosse o caso era só um terço viado.
Tatuagem tenho 2.
Tênis coloridos, calças customizadas, camisas pintadas...
Já furei o nariz mas perdi o piercing e machuquei o nariz ao enxugar a cabeça -muito delicadamente imaginem- ; a toalha agarrou e o danado foi arrancado...ui que dor.
Enfim.
Eu ando vendo uma moda na rua que de verdade não me agrada nem um pouco...
É o tal do Piercing na cara.
Que isso minha gente?!?!?!?!
Tão ficando malucos, é?
Outro dia botei o apelido de um garotão de CARA DE MURAL.
Na sobrancelha (isso acredite, não se escreve "sombrancelha") eu já achava muito agressivo mas neguinho agora fura na parte superior da boca (no bigode), na inferior, no meio,na bochecha e no lábio em si!!!
Deus me livre!
E as cores e formas dos piercings?
Ai eu me pergunto: POR QUE??
Um negócio que não é charmoso, nem sensual, nem nada!!!!!
Eu imagino por exemplo, aqui em casa mesmo a Joana.
Hipoglos amêndoas, banhinhos, cuidados, mimos...
Imagina se um dia ela me aparece com uma desgraça daquela ?
VAI TIRAR ESSA PORRA AGORA DA CARA!!!!!!
Fura a língua, ora!!!
O mamilo, o umbigo... o grelo!!!
Não fica maneiro esse negocio não.
E como diria nosso digníssimo Baiano do Tropa de Elite:
"Na cara não meu chefe... pra não estragar o velório"
A-LOW HEIN?
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Problema seu.
É como o céu que a cada dia me mostra um azul diferente.
Um poço de mistérios, fragilidades e improvisação.
Coragem e sensatez borbulhando em inconstância.
Guarda em si segredos que a outros olhos são juniores, pois os seus segredos são a chave da própria problemática.
Própria mesmo.
Particular e exclusiva.
Problema seu.
Às vezes basta um faz-de-conta, uma fantasia pra dar pinta em outras bandas.
Muda o cabelo, pinta a cara com outras cores, encorpora um pseudônimo e vai pra vida ver qual é.
Muda o casual.
Da coca pra cachaça.
Da certa pra errada.
Temporal.
Sem medo.
É bem capaz de desistir no meio do caminho.
Um choro dependente porém solitário deságua prum colo de mãe e por mais rápida que seja a recarga de segurança já se basta para re-inventar e apresentar em desfile uma nova moda.
...
Imprevisivelmente repetitiva não se cansa da cortesia.
Da gentileza que só o inédito desejo proporciona.
Mas prolongam.
A rotina padece, ao outro enlouquece.
Merece todos os esforços por um sorriso.
Foge.
Pra onde ninguém entende o caminho que percorreu ou por que partiu na caravana da tristeza.
Finge.
Mas demais enigmática acaba sofrendo pelo papel mal interpretado.
Critica.
Quebradiça.
Pois se perde no espelho, se cobra e procura um culpado por nunca estar tudo como estava.
Quem procura, acha.
Quem jura, mente.
Quem desdenha, quer comprar.
Quem com ferro fere, será ferido?
Quem cochicha, o rabo espicha.
Abre-se o leque de pontos de vista.
O tempo passa, mulher.
Nunca é tarde.
Nunca é cedo.
Sempre é livre.
Equilibra.
Perde e ganha.
Diz que vai.
Mulher.
Demarca limites, conquista fronteiras.
Sabe tudo?
Libertará-se.
Ela gosta da vida... e as tentações a aguardam.
Caia ja.
Um poço de mistérios, fragilidades e improvisação.
Coragem e sensatez borbulhando em inconstância.
Guarda em si segredos que a outros olhos são juniores, pois os seus segredos são a chave da própria problemática.
Própria mesmo.
Particular e exclusiva.
Problema seu.
Às vezes basta um faz-de-conta, uma fantasia pra dar pinta em outras bandas.
Muda o cabelo, pinta a cara com outras cores, encorpora um pseudônimo e vai pra vida ver qual é.
Muda o casual.
Da coca pra cachaça.
Da certa pra errada.
Temporal.
Sem medo.
É bem capaz de desistir no meio do caminho.
Um choro dependente porém solitário deságua prum colo de mãe e por mais rápida que seja a recarga de segurança já se basta para re-inventar e apresentar em desfile uma nova moda.
...
Imprevisivelmente repetitiva não se cansa da cortesia.
Da gentileza que só o inédito desejo proporciona.
Mas prolongam.
A rotina padece, ao outro enlouquece.
Merece todos os esforços por um sorriso.
Foge.
Pra onde ninguém entende o caminho que percorreu ou por que partiu na caravana da tristeza.
Finge.
Mas demais enigmática acaba sofrendo pelo papel mal interpretado.
Critica.
Quebradiça.
Pois se perde no espelho, se cobra e procura um culpado por nunca estar tudo como estava.
Quem procura, acha.
Quem jura, mente.
Quem desdenha, quer comprar.
Quem com ferro fere, será ferido?
Quem cochicha, o rabo espicha.
Abre-se o leque de pontos de vista.
O tempo passa, mulher.
Nunca é tarde.
Nunca é cedo.
Sempre é livre.
Equilibra.
Perde e ganha.
Diz que vai.
Mulher.
Demarca limites, conquista fronteiras.
Sabe tudo?
Libertará-se.
Ela gosta da vida... e as tentações a aguardam.
Caia ja.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Sentimentais.(L)
CLARIDAD
(Leandro Junior/ João Martins)
A escuridão da noite mandou lhe dizer
Que o dia não tarda a chegar
O sol vai brilhar de novo em meu peito
Calor se faz presente
Tranqüilo, envolvente
Reside novamente em mim
Aquela paz
Jurava que a vida não ia florir
Depois de você temporal
Milênio de trevas que afinal
Clareou
Claridad
E foram-se embora momentos sombrados, sem luz
Reflete um belo horizonte que ao brilho conduz
Tudo passa
Bem que vem
Acho graça em rir também
Novo mundo, novo tudo e tudo bem
Tudo passa
Passa a dor
Passarada despontou
Na virada que me trouxe um novo amor
...
(Leandro Junior/ João Martins)
A escuridão da noite mandou lhe dizer
Que o dia não tarda a chegar
O sol vai brilhar de novo em meu peito
Calor se faz presente
Tranqüilo, envolvente
Reside novamente em mim
Aquela paz
Jurava que a vida não ia florir
Depois de você temporal
Milênio de trevas que afinal
Clareou
Claridad
E foram-se embora momentos sombrados, sem luz
Reflete um belo horizonte que ao brilho conduz
Tudo passa
Bem que vem
Acho graça em rir também
Novo mundo, novo tudo e tudo bem
Tudo passa
Passa a dor
Passarada despontou
Na virada que me trouxe um novo amor
...
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
SKAVUSKA!!!!!!!!!!!!!!!!
É difícil.
É muito díficil.
É impossível.
E se existisse o muito impossível era também.
Lidar com a NET é uma luta.
A baixa de hoje foi de:
- 1 (um) controle remoto arremessado bravamente contra a parede.
- 1 (uma) vassoura que inicialmente era para a limpeza dos destroços do controle e foi violentamente deferida contra o chão; logicamente atingindo antes o fio do carregador do celular e consequentemente o próprio conectado.
- 1 (um) ou 2 (dois) filetes da parede de lambri aqui de casa ferozmente socados.
- 1 (um) pulso (esquerdo) avariado pelo golpe ao lambri; agora devidamente engessado (o punho, não o lambri).
Tudo bem.
O sujeito não é a pessoa mais controlada do mundo e sofre sim de ataques súbitos de maluquice mas a moçada tem o dom de irritar, quase transformar no Hulk.
Primeiro não é novidade que o sotaque e jeito de falar dos meus grandes amigos do tele marketing são de tirar qualquer um do sério mas,"Estarei transferiiindo's" à parte, os totalmente despreparados atendentes juram que estão fazendo um favor em atender o cliente (SIM SOMOS CLIENTES!!).
No fundo eu acho que eles devem disputar entre si quem dá a informação mais errada nas categorias Originalidade, Arrogância e Absurdos e no fim do mês devem ganhar uma bonificação por cumprimento da meta de serviços não prestados ou a de pessoas infartadas durante o atendimento.
Por conta de uma fatura enviada errada por eles mesmos no meio do ano cortam o seu sinal.
Sem nenhum tipo de aviso, cortam de uma hora pra outra. Quem mandou contestar os valores? Pagasse os R$400 ué...
Enfim...
Começa a epopéia.
4004-7777
Atende aquela voz mecânica que te dá o leque de opções.
Digite o código net ou cpf.
Ele fala umas 6 horas e 40 até enfim te transferir pros Simpatiquinhos da Estrela.
Repita ao desalmado o código net ou o cpf.
Se a ligação não cair nesse espaço de tempo e a história toda for contada eles, dentre outras possiblidades, te mandam enviar um fax com a fatura paga.
E se o sujeito comete o absurdo de não ter um aparelho de fax?
Simples, ora!!
Vá até a lan house mais próxima e pague para enviar seu fax!
Beleza!
Fax enviado!
Eles perdem o fax.
Já perderam uns 70 meus.
Não sei se eles sentem fome e acabam comendo, ou não estão disponibilizããndo papel higiênico por lá...só sei que o bagulho some.
Daí ao ligar de novo, já é outro atendente, portanto digite e repita mais umas 300 vezes o código net o endereço e os dados e conte a história toda de novo...
E assim vamos!
A NET com seus funcionários padrão religa quando quiser (e se quiser) o sinal e eu, o babaca, só pago e quebro a casa inteira. De lambuja torço o pulso e fico sem trabalhar.
Legal né?
E não é só isso!
De brinde ainda vem uma cartinha do Serasa... que tal?
Adoro!
Net,
faz um favorzinho pra mim:
VAI TOMAR NO CÚ!
É muito díficil.
É impossível.
E se existisse o muito impossível era também.
Lidar com a NET é uma luta.
A baixa de hoje foi de:
- 1 (um) controle remoto arremessado bravamente contra a parede.
- 1 (uma) vassoura que inicialmente era para a limpeza dos destroços do controle e foi violentamente deferida contra o chão; logicamente atingindo antes o fio do carregador do celular e consequentemente o próprio conectado.
- 1 (um) ou 2 (dois) filetes da parede de lambri aqui de casa ferozmente socados.
- 1 (um) pulso (esquerdo) avariado pelo golpe ao lambri; agora devidamente engessado (o punho, não o lambri).
Tudo bem.
O sujeito não é a pessoa mais controlada do mundo e sofre sim de ataques súbitos de maluquice mas a moçada tem o dom de irritar, quase transformar no Hulk.
Primeiro não é novidade que o sotaque e jeito de falar dos meus grandes amigos do tele marketing são de tirar qualquer um do sério mas,"Estarei transferiiindo's" à parte, os totalmente despreparados atendentes juram que estão fazendo um favor em atender o cliente (SIM SOMOS CLIENTES!!).
No fundo eu acho que eles devem disputar entre si quem dá a informação mais errada nas categorias Originalidade, Arrogância e Absurdos e no fim do mês devem ganhar uma bonificação por cumprimento da meta de serviços não prestados ou a de pessoas infartadas durante o atendimento.
Por conta de uma fatura enviada errada por eles mesmos no meio do ano cortam o seu sinal.
Sem nenhum tipo de aviso, cortam de uma hora pra outra. Quem mandou contestar os valores? Pagasse os R$400 ué...
Enfim...
Começa a epopéia.
4004-7777
Atende aquela voz mecânica que te dá o leque de opções.
Digite o código net ou cpf.
Ele fala umas 6 horas e 40 até enfim te transferir pros Simpatiquinhos da Estrela.
Repita ao desalmado o código net ou o cpf.
Se a ligação não cair nesse espaço de tempo e a história toda for contada eles, dentre outras possiblidades, te mandam enviar um fax com a fatura paga.
E se o sujeito comete o absurdo de não ter um aparelho de fax?
Simples, ora!!
Vá até a lan house mais próxima e pague para enviar seu fax!
Beleza!
Fax enviado!
Eles perdem o fax.
Já perderam uns 70 meus.
Não sei se eles sentem fome e acabam comendo, ou não estão disponibilizããndo papel higiênico por lá...só sei que o bagulho some.
Daí ao ligar de novo, já é outro atendente, portanto digite e repita mais umas 300 vezes o código net o endereço e os dados e conte a história toda de novo...
E assim vamos!
A NET com seus funcionários padrão religa quando quiser (e se quiser) o sinal e eu, o babaca, só pago e quebro a casa inteira. De lambuja torço o pulso e fico sem trabalhar.
Legal né?
E não é só isso!
De brinde ainda vem uma cartinha do Serasa... que tal?
Adoro!
Net,
faz um favorzinho pra mim:
VAI TOMAR NO CÚ!
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Dá e passa, faz bem e faz crescer.
Liga não... é só tristeza.
E tristeza dá e passa.
E tristeza dá e passa.
Ah passa..
Basta um choro expresso, um estupro forçando a angústia que tudo passa.
Basta um café bem forte, basta ficar sozinho pra nos alinharmos com os astros e voltar a rotina.
Porque a rotina há de ser feliz!
Há de se reconhecer em bons momentos e esses momentos não podem passar despercebidos pela triste posição.
...
Muito se fala em superação.
Em:
...
Muito se fala em superação.
Em:
Eu venci.
A fé me fortalece.
O sol vai raiar.
My brave and blessed way of life.
Esse papo tá batido.
Cansativo.
Vamos cantar outros valores.
Buscar no espaço outras poesias e transparecê-las é tarefa prazerosa.
Dêêm uma chance a tristeza.
Surpreenderemos-nos.
Nós, vocês e ela.
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Excluído digital
O meu MSN desliga quando eu entro no email do hotmail
Eu não sei porque isso acontece e não sei consertar.
Eu não sei apagar todas as fotos da máquina fotográfica de uma vez quando as transfiro pro computador.
Eu não sei transferir os dados do meu celular pro computador.
Eu tentei baixar um programa pra fazer isso e não consegui.
Eu não sei mudar a resolução de uma foto.
Eu não consigo tirar pessoas do fundo da foto no Paint.
Eu uso o Paint porque eu não tenho a menor noção de Photoshop.
Eu nem tenho o Photoshop instalado.
Eu me irrito muito com o Paint.
Quando eu quero selecionar vários arquivos eu sempre confundo o shift com o ctrl.
Sempre quando acerto e tento arrastá-los pra outra pasta eu os duplico na mesma que eles ja estão.
Eu não consigo achar o Itunes uma coisa fácil de mexer
Eu não uso o Ipod por isso.
Eu não gosto do Itunes.
E também não sei usar o Ipod.
Eu prefiro abrir uma música de cada vez no Windows Media Player.
As minhas músicas e letras estão totalmente perdidas por milhares de pastas.
Eu fico angustiado quando o desktop fica com muitos ícones.
Eu não atualizo o antivirus.
Eu acho que esse computador não tem antivirus.
Eu não desligo o computador por semanas.
Eu já bati nele.
Várias vezes.
Eu acho que se mover com rapidez o cursor do mouse na tela os vídeos do Youtube abrirarão mais rápido.
Eu não sei o que JAVA ou FLASH significam.
Eu uso bastante o bloco de notas pois não consigo formatar o Word.
Eu não jogo nenhum jogo no meu computador por pensar que isso vai deixá-lo muito lento.
Eu não sei a configuração do meu computador.
Eu assopro o pen drive.
Eu tenho medo das teclas F1,F2,F3 (e todas as suas primas menos a F5 que é atualizar ;D), Insert, home, End, Pause/Break e Sys Rq porque não sei o que elas podem fazer.
Eu travo consatantemente o Explorer por clicar impacientemente várias vezes o seu respectivo atalho.
Eu também tenho medo de arquivos que não tenham a extensão jpg, mp3 ou doc.
Tem vezes que eu posto aqui no blog e ele automaticamente dá espaço entre as linhas e não sei porque isso acontece.
Eu apago as linhas uma por uma por uma.
Eu acho o Google Earth um dos maior inventos da história.
Eu me divirto botando palavras engraçadas pro Google procurar.
Eu também me divirto com emoticons.
Eu odeio todos os icones la de cima e barras de busca que invadem o explorer.
Eu sinto que ter muitas pessoas bloqueadas no MSN também pode diminuir o rendimento do computador.
Eu não uso o Skype.
Eu não gosto do Facebook.
Eu não gosto do Twitter.
Eu logo e deslogo no Orkut umas 350 vezes por dia.
Eu tenho que digitar o login todas as vezes pois não sei botar pra ele reconhecer só o login sem a senha.
Eu nunca baixei um filme.
Eu não tenho programas que baixem coisas.
Eu não baixo nada.
Eu tampouco compartilho.
Eu não acredito que sites pornográficos prejudiquem o meu computador.
Eu tenho esse monitor fininho a muito pouco tempo.
Eu não gosto dele pois não posso estapeá-lo.
Eu tenho perto do computador uma pilha com milhares de cds.
Eu não sei o que tem neles pois eles não estão devidamente identificados com aquela caneta que eu uso para tudo menos para isso.
Eu reparei a pouquíssimo tempo que esse computador não tem entrada para disquetes.
Eu acho que se usa disquete para alguma coisa.
Por favor.
Parem de inventar novas tecnologias.
Eu não sei porque isso acontece e não sei consertar.
Eu não sei apagar todas as fotos da máquina fotográfica de uma vez quando as transfiro pro computador.
Eu não sei transferir os dados do meu celular pro computador.
Eu tentei baixar um programa pra fazer isso e não consegui.
Eu não sei mudar a resolução de uma foto.
Eu não consigo tirar pessoas do fundo da foto no Paint.
Eu uso o Paint porque eu não tenho a menor noção de Photoshop.
Eu nem tenho o Photoshop instalado.
Eu me irrito muito com o Paint.
Quando eu quero selecionar vários arquivos eu sempre confundo o shift com o ctrl.
Sempre quando acerto e tento arrastá-los pra outra pasta eu os duplico na mesma que eles ja estão.
Eu não consigo achar o Itunes uma coisa fácil de mexer
Eu não uso o Ipod por isso.
Eu não gosto do Itunes.
E também não sei usar o Ipod.
Eu prefiro abrir uma música de cada vez no Windows Media Player.
As minhas músicas e letras estão totalmente perdidas por milhares de pastas.
Eu fico angustiado quando o desktop fica com muitos ícones.
Eu não atualizo o antivirus.
Eu acho que esse computador não tem antivirus.
Eu não desligo o computador por semanas.
Eu já bati nele.
Várias vezes.
Eu acho que se mover com rapidez o cursor do mouse na tela os vídeos do Youtube abrirarão mais rápido.
Eu não sei o que JAVA ou FLASH significam.
Eu uso bastante o bloco de notas pois não consigo formatar o Word.
Eu não jogo nenhum jogo no meu computador por pensar que isso vai deixá-lo muito lento.
Eu não sei a configuração do meu computador.
Eu assopro o pen drive.
Eu tenho medo das teclas F1,F2,F3 (e todas as suas primas menos a F5 que é atualizar ;D), Insert, home, End, Pause/Break e Sys Rq porque não sei o que elas podem fazer.
Eu travo consatantemente o Explorer por clicar impacientemente várias vezes o seu respectivo atalho.
Eu também tenho medo de arquivos que não tenham a extensão jpg, mp3 ou doc.
Tem vezes que eu posto aqui no blog e ele automaticamente dá espaço entre as linhas e não sei porque isso acontece.
Eu apago as linhas uma por uma por uma.
Eu acho o Google Earth um dos maior inventos da história.
Eu me divirto botando palavras engraçadas pro Google procurar.
Eu também me divirto com emoticons.
Eu odeio todos os icones la de cima e barras de busca que invadem o explorer.
Eu sinto que ter muitas pessoas bloqueadas no MSN também pode diminuir o rendimento do computador.
Eu não uso o Skype.
Eu não gosto do Facebook.
Eu não gosto do Twitter.
Eu logo e deslogo no Orkut umas 350 vezes por dia.
Eu tenho que digitar o login todas as vezes pois não sei botar pra ele reconhecer só o login sem a senha.
Eu nunca baixei um filme.
Eu não tenho programas que baixem coisas.
Eu não baixo nada.
Eu tampouco compartilho.
Eu não acredito que sites pornográficos prejudiquem o meu computador.
Eu tenho esse monitor fininho a muito pouco tempo.
Eu não gosto dele pois não posso estapeá-lo.
Eu tenho perto do computador uma pilha com milhares de cds.
Eu não sei o que tem neles pois eles não estão devidamente identificados com aquela caneta que eu uso para tudo menos para isso.
Eu reparei a pouquíssimo tempo que esse computador não tem entrada para disquetes.
Eu acho que se usa disquete para alguma coisa.
Por favor.
Parem de inventar novas tecnologias.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Gostosuras ou travessuras?
Há quem definitivamente ache as máscaras o maior barato; esconder-se atrás de personagens e, por que não, mais uma vez justificar com meios os fins.
Faz-de-conta.
Máscara para ocasiões formais, máscaras pra fazer graça, máscara pra hora do trabalho, da paquera, máscaras de festa e aquela máscara mais velhinha só pra ficar em casa mesmo...
Daí dá uma hora que o sujeito se pergunta que cara realmente ele tem.
É, porque é máscara né?
E máscara como uma fantasia, uma obra de arte pode ter seu gosto duvidoso...
A máscara que encanta a uns assusta a outros.
O milenar adorno que fascina os contos de carnavais também aprisiona medos como máscara de ferro.
Disfarces.
A vida é pra ser vivida de peito aberto, como um livro aberto e com sorrisos na cara e intimidades mais abertas ainda para quem nos permitimos e nos empenhamos a acolher.
Sejamos sinceramente pra uns o que somos pra todos e seja o que Deus quiser!
Já deturpam-nos, já julgam-nos tanto... assim seremos apenas mais um a tentar ver beleza ou sentido em qual for enfim a sua máscara do dia.
Nós, os puros de alma, condenamos totalmente esse tipo de coisa!!!!
E olha...
Essa aqui de "puro de alma" coube certinho em mim!
Ficou perfeita!
Tô em dúvida entre essa e a "cara de pau".
Qual fará mais sucesso?
Salve o halloween cotidiano.
Faz-de-conta.
Máscara para ocasiões formais, máscaras pra fazer graça, máscara pra hora do trabalho, da paquera, máscaras de festa e aquela máscara mais velhinha só pra ficar em casa mesmo...
Daí dá uma hora que o sujeito se pergunta que cara realmente ele tem.
É, porque é máscara né?
E máscara como uma fantasia, uma obra de arte pode ter seu gosto duvidoso...
A máscara que encanta a uns assusta a outros.
O milenar adorno que fascina os contos de carnavais também aprisiona medos como máscara de ferro.
Disfarces.
A vida é pra ser vivida de peito aberto, como um livro aberto e com sorrisos na cara e intimidades mais abertas ainda para quem nos permitimos e nos empenhamos a acolher.
Sejamos sinceramente pra uns o que somos pra todos e seja o que Deus quiser!
Já deturpam-nos, já julgam-nos tanto... assim seremos apenas mais um a tentar ver beleza ou sentido em qual for enfim a sua máscara do dia.
Nós, os puros de alma, condenamos totalmente esse tipo de coisa!!!!
E olha...
Essa aqui de "puro de alma" coube certinho em mim!
Ficou perfeita!
Tô em dúvida entre essa e a "cara de pau".
Qual fará mais sucesso?
Salve o halloween cotidiano.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Identifique-se
Era Ela.
Era Ele.
Foram Eles.
Por ai.
Por ali.
Foram por tempos
Foram em outros tempos
Presenciaram datas.
Amaram-se.
Ele todo ele!
Ela tão ela...
Inseguros.
Imaturos.
Porém dispostos.
Viveram.
Viveram.
Viveram.
Passou.
As datas e apelidos se apagaram da lembrança.
O telefone decorado já é arquivo falho num backup cerebral.
As linhas coloridas do bem viver já colorem bordados outros lugares e sonhos.
Passou.
Os sintomas de terminalidade eram falhos.
Diagnósticos surpreendidos.
Houve a cura pro que se achava irremediável;
a dor da posse, a insegurança de uma reabilitação...
Tudo passou.
Cicatrizes imperceptíveis.
Ele é ele pra outra ela
Ela é ela pra outro ele.
E a quem for pra se machucar
Ao desenvolver de outra paixão, outra história
Entende que o passado merece ser homenageado uma vez que todos são personagens de fábulas com temáticas primas ou melhor, gêmeas.
Os cenários.
A mocinha.
O vilão.
Ele e ela.
Era Ele.
Foram Eles.
Por ai.
Por ali.
Foram por tempos
Foram em outros tempos
Presenciaram datas.
Amaram-se.
Ele todo ele!
Ela tão ela...
Inseguros.
Imaturos.
Porém dispostos.
Viveram.
Viveram.
Viveram.
Passou.
As datas e apelidos se apagaram da lembrança.
O telefone decorado já é arquivo falho num backup cerebral.
As linhas coloridas do bem viver já colorem bordados outros lugares e sonhos.
Passou.
Os sintomas de terminalidade eram falhos.
Diagnósticos surpreendidos.
Houve a cura pro que se achava irremediável;
a dor da posse, a insegurança de uma reabilitação...
Tudo passou.
Cicatrizes imperceptíveis.
Ele é ele pra outra ela
Ela é ela pra outro ele.
E a quem for pra se machucar
Ao desenvolver de outra paixão, outra história
Entende que o passado merece ser homenageado uma vez que todos são personagens de fábulas com temáticas primas ou melhor, gêmeas.
Os cenários.
A mocinha.
O vilão.
Ele e ela.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
ZzZZzzzzZzZZZ
Sono de Pedra (Durma linda à turmalina)
(João Martins / Inácio)
Durma linda
Mesmo que um bom sonho demore a vir
Feche os olhos, fale baixo mundo!
Deixe o amor dormir!
Aproveita, mundo, e sente a paz de um sono infantil.
Durma linda
À turmalina
em off precioso.
Descansar aconchegada para despertar se quiser sorrir
Sente fome? Grita!
A mãe ja vem.
Muda tudo.
Muda o mundo.
Pois o mundo é seu.
Dorme ao claro, sem horário
Pode decifrar o breu
Não importa a noite mal dormida se de dia dorme linda o mundo meu.
Mas durma...
...
Bom final de semana pra todos!
Principalmente pra Dona Joana que está manhosa.
Durma bem...
(João Martins / Inácio)
Durma linda
Mesmo que um bom sonho demore a vir
Feche os olhos, fale baixo mundo!
Deixe o amor dormir!
Aproveita, mundo, e sente a paz de um sono infantil.
Durma linda
À turmalina
em off precioso.
Descansar aconchegada para despertar se quiser sorrir
Sente fome? Grita!
A mãe ja vem.
Muda tudo.
Muda o mundo.
Pois o mundo é seu.
Dorme ao claro, sem horário
Pode decifrar o breu
Não importa a noite mal dormida se de dia dorme linda o mundo meu.
Mas durma...
...
Bom final de semana pra todos!
Principalmente pra Dona Joana que está manhosa.
Durma bem...
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Quero chorar o teu choro, quero sorrir teu sorriso... Mas qual é teu nome mesmo?
A gente mexe né?!
No orkut...
Despretensiosamente pô...
Dá aquela olhada na vida do povo...
Ah...
Vê as fotos...
Hum...
Ah...
Já tá aqui...vê os comentários das fotos...
Hum...
Ah...
Já tá aqui... vê os scraps também!
Pronto...
Já me irritou.
Tudo bem... Assim como na vida real as pessoas podem fazer do seu orkut o que bem entendem; pintar a cara que desejam, passar a imagem que quiserem.
Afinal pimenta no orkut dos outros é refresco...
Mas tem uma pá de gente ai que não tá mole....
São felizes demais!!!!!
São "miguxos" e "te amos" definitivamente MUITO forçados!!!!
Gente!
Pelo amor de Deus!
Parece até que vivem no catálogo da Hermes ou então num comercial de pasta de dente onde jogam vôlei com pedaços do mar e sorriem, sorriem, sorriem!
Alegria, alegria, somos felizes!
Êêê!
Vamos parar com isso... fica feio.
De "amigo" tem casos que já acho bastante forçado mas vira e mexe a gente vê um tal de nego se chamar de irmão, pai, mãe e um monte de outros exageros desse cunho que não é possível!
Será que nego sempre foi assim exagerado mas a gente não sabia?
Antigamente, sem orkut, sem facebook, sem twitter não eram de conhecimento público esses apegos carentissimo em que a turma se atraca com unhas e dentes - (mais dentes né? haja sorriso, sorriso, sorriso....).
ai ai ...
é isso.
Desabafei.
e quer saber?!
Eu gosto de palhaçada sim!!
Portanto:
GALERAAAA!!!!
EU AMO DEMAIS VOCÊÊÊ-ÊS!!!!
OBRIGADO POR SEREM TÃO PRESENTES NA MINHA VIDAAAAA!!!!
TÃO PRESENTES E TÃO CONHECEDOREEEES DO MEU "EUUU"!
SEM VOCÊS EU NÃO SOU NADAAAA!!!!
VENHAM TODOS AQUI NA MINHA CASAAAA!
BEBAM AGUA DIRETO NA GARRAFAAAAA!
PODEM DORMIR NA MINHA CAMAAAA!!
GENTEEEE!
AMO VOCÊÊÊ-ÊS!
VCS SÃO A FAMÍLIA QUE EU NÃO TIVEEEE!
UHUUUUL!!!!
UHUUUUL!!!!
UHUUUUL!!!!
Alow hein?!
No orkut...
Despretensiosamente pô...
Dá aquela olhada na vida do povo...
Ah...
Vê as fotos...
Hum...
Ah...
Já tá aqui...vê os comentários das fotos...
Hum...
Ah...
Já tá aqui... vê os scraps também!
Pronto...
Já me irritou.
Tudo bem... Assim como na vida real as pessoas podem fazer do seu orkut o que bem entendem; pintar a cara que desejam, passar a imagem que quiserem.
Afinal pimenta no orkut dos outros é refresco...
Mas tem uma pá de gente ai que não tá mole....
São felizes demais!!!!!
São "miguxos" e "te amos" definitivamente MUITO forçados!!!!
Gente!
Pelo amor de Deus!
Parece até que vivem no catálogo da Hermes ou então num comercial de pasta de dente onde jogam vôlei com pedaços do mar e sorriem, sorriem, sorriem!
Alegria, alegria, somos felizes!
Êêê!
Vamos parar com isso... fica feio.
De "amigo" tem casos que já acho bastante forçado mas vira e mexe a gente vê um tal de nego se chamar de irmão, pai, mãe e um monte de outros exageros desse cunho que não é possível!
Será que nego sempre foi assim exagerado mas a gente não sabia?
Antigamente, sem orkut, sem facebook, sem twitter não eram de conhecimento público esses apegos carentissimo em que a turma se atraca com unhas e dentes - (mais dentes né? haja sorriso, sorriso, sorriso....).
ai ai ...
é isso.
Desabafei.
e quer saber?!
Eu gosto de palhaçada sim!!
Portanto:
GALERAAAA!!!!
EU AMO DEMAIS VOCÊÊÊ-ÊS!!!!
OBRIGADO POR SEREM TÃO PRESENTES NA MINHA VIDAAAAA!!!!
TÃO PRESENTES E TÃO CONHECEDOREEEES DO MEU "EUUU"!
SEM VOCÊS EU NÃO SOU NADAAAA!!!!
VENHAM TODOS AQUI NA MINHA CASAAAA!
BEBAM AGUA DIRETO NA GARRAFAAAAA!
PODEM DORMIR NA MINHA CAMAAAA!!
GENTEEEE!
AMO VOCÊÊÊ-ÊS!
VCS SÃO A FAMÍLIA QUE EU NÃO TIVEEEE!
UHUUUUL!!!!
UHUUUUL!!!!
UHUUUUL!!!!
Alow hein?!
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Limpeza
Abre a janela e deixa o sol entrar.
Sacode a cortina, bate o pó do sofá.
Tira tudo o que pode estar deixando a geladeira meio fedorenta.
Defuma a casa com um extra de alecrim.
Pensa positivo, toma banho e reza com fé; em nome de quem quiser.
Abre a porta da frente que é pra tristeza ir embora dignamente.
Se um dia resolver voltar que, por isso, não seja vingativa ou covarde.
Deixa o sol entrar um pouco mais pra enfim fertilizar a tarde.
Pra progredir,
pra coisa andar,
pra plantas virarem casas,
pavios estourarem bombas,
mocinhos derrotarem bandidos,
e tarrafas só voltarem recheadas desse mar agora visto desconhecido e temível.
Quando for o tempo, sente a noite chegar mais branda
e o breu misterioso seja só embalador de sonhos de um sono reestabelecedor para nossas tão preciosas energias.
Fundamentaliza os seus.
Afasta os não tanto.
Pede força à natureza e reconhece seu valor.
Água pura, ferro e fogo, macumbinhas e já tá.
Vamos que vamos!
Para o alto e avante, pra frente é que se anda,
"Arriba, muchacho" e alô Bateria!
A vida tá chamando pro grande baile!
Os pares escolhidos,
a banda ensaiada
e o champanhe no gelo.
Brinda que a anfitriã gosta.
Brilha, honra o seu traje ultra-gala.
Até porque ao final terá sido só uma dança pelo lindo salão e antes mesmo que as carruagens virem abóboras, hão de deixar saudades as trovas, valsas e deliciosos acepipes.
Um sorriso ao fim, a paga.
Pra quem fez tudo certinho.
Saúde!
Sacode a cortina, bate o pó do sofá.
Tira tudo o que pode estar deixando a geladeira meio fedorenta.
Defuma a casa com um extra de alecrim.
Pensa positivo, toma banho e reza com fé; em nome de quem quiser.
Abre a porta da frente que é pra tristeza ir embora dignamente.
Se um dia resolver voltar que, por isso, não seja vingativa ou covarde.
Deixa o sol entrar um pouco mais pra enfim fertilizar a tarde.
Pra progredir,
pra coisa andar,
pra plantas virarem casas,
pavios estourarem bombas,
mocinhos derrotarem bandidos,
e tarrafas só voltarem recheadas desse mar agora visto desconhecido e temível.
Quando for o tempo, sente a noite chegar mais branda
e o breu misterioso seja só embalador de sonhos de um sono reestabelecedor para nossas tão preciosas energias.
Fundamentaliza os seus.
Afasta os não tanto.
Pede força à natureza e reconhece seu valor.
Água pura, ferro e fogo, macumbinhas e já tá.
Vamos que vamos!
Para o alto e avante, pra frente é que se anda,
"Arriba, muchacho" e alô Bateria!
A vida tá chamando pro grande baile!
Os pares escolhidos,
a banda ensaiada
e o champanhe no gelo.
Brinda que a anfitriã gosta.
Brilha, honra o seu traje ultra-gala.
Até porque ao final terá sido só uma dança pelo lindo salão e antes mesmo que as carruagens virem abóboras, hão de deixar saudades as trovas, valsas e deliciosos acepipes.
Um sorriso ao fim, a paga.
Pra quem fez tudo certinho.
Saúde!
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
O dia em que eu conheci a felicidade.
9 meses...
40 semanas...
e de repente:
Meu DEUS!
Ela chegou!
E já sinto muito da minha vida mudar.
Eu não sabia nem que cara ela tinha e agora já me vejo totalmente babado e apaixonado por essa criaturazinha.
Tão pequenininha...
Tão frágil....
Não tenho palavras!
Não quero inventar, não quero redigir.
Quero num choro solitário sentir que não mais solitário estarei.
Nem nos meus momentos mais íntimos ela ficará de fora.
Vem, meu amor!
Vem comigo pro mundo que vai dar tudo certo!
Vamos aprender juntos, tecer com fios de ouro a sua história. A minha já nem importa mais!!!
A felicidade não cabe em mim...e não coube na Vanessa também.
Rebentou
E É LINDA!!!
MEU DEUS! COMO É LINDA!!!!!

E fui eu que fiz hein?!
A composição perfeita.
QUE ALEGRIA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
JOANA VICENTE MARTINS
2 DE SETEMBRO DE 2009 -
Bem vinda a vida!
40 semanas...
e de repente:
Meu DEUS!
Ela chegou!
E já sinto muito da minha vida mudar.
Eu não sabia nem que cara ela tinha e agora já me vejo totalmente babado e apaixonado por essa criaturazinha.
Tão pequenininha...
Tão frágil....
Não tenho palavras!
Não quero inventar, não quero redigir.
Quero num choro solitário sentir que não mais solitário estarei.
Nem nos meus momentos mais íntimos ela ficará de fora.
Vem, meu amor!
Vem comigo pro mundo que vai dar tudo certo!
Vamos aprender juntos, tecer com fios de ouro a sua história. A minha já nem importa mais!!!
A felicidade não cabe em mim...e não coube na Vanessa também.
Rebentou
E É LINDA!!!
MEU DEUS! COMO É LINDA!!!!!

E fui eu que fiz hein?!
A composição perfeita.
QUE ALEGRIA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
JOANA VICENTE MARTINS
2 DE SETEMBRO DE 2009 -
Bem vinda a vida!
sábado, 29 de agosto de 2009
Antes tarde do que nunca.
O Conto do Campo Minado
(João Martins/Inácio)
Num vale encantado
Amor mascarado
Na terra batida gotejam orvalhos sutis.
Da afrodisia mais fértil nas tardes febris.
É o Conto do Campo Minado
E lá no horizonte existe o nosso lugar.
E vejo flores
Um mar de cores
Tão radiante a camponesa
Trazendo num cesto de palha a farta colheita
Pra quem semeou só amor
E nunca perdeu a grandeza
Ficou a nobreza pra germinar
Nos sumos maduros
Mais paladar
Dá tempo pro tempo que dá.
...
(João Martins/Inácio)
Num vale encantado
Amor mascarado
Na terra batida gotejam orvalhos sutis.
Da afrodisia mais fértil nas tardes febris.
É o Conto do Campo Minado
E lá no horizonte existe o nosso lugar.
E vejo flores
Um mar de cores
Tão radiante a camponesa
Trazendo num cesto de palha a farta colheita
Pra quem semeou só amor
E nunca perdeu a grandeza
Ficou a nobreza pra germinar
Nos sumos maduros
Mais paladar
Dá tempo pro tempo que dá.
...
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Sobre a jovem Fênix, que só renascer justamente não lhe basta.
Bicho bom que enxerga a legitimidade da sobrenatural segunda chance e merece reler o fim em brasas que teve sua antiga vida.
A inocência revive, resetam-se vergonhas, traumas e medos. Dai a Fênix se refaz virgem de corpo e alma atrevidamente receptiva a novas experiências.
Ora, convenhamos... ela renasceu das cinzas!
Mas não prontamente plena; ela ainda é crua nas etapas que o renascimento proporciona.
Vale a continuidade, poxa!!!
Queima, renasce e pronto?
Rala o côco, neguinha...
Esclarecimentos que as verdades não são nada imunes e absolutas.
Que de tudo nada se sabe.
Que os castelos são de areia, a bola não é aquela toda e os bolos tem de esfriar.
Encargos, que a Fênix merece!
Vão servir de exemplo e fardará orgulho à puros olhos independente das manchas dos seus evangelhos.
Começa do zero... que seja...
Até porque para o ápice a matemática indifere.
Quantos renascimentos?
Quantas etapas?
Quantos pedágios até a plenitude?
Plenitude?
Plenos são os hiperativos!
Os mutantes de opinião!
Os frutos da evolução!
Os de cabeça aberta e coração incorporado ao produto final.
Simples Fênix.
Digna afinal... e seus esforços serão medalhas pra vida toda!
Mas - repetidamente - reinvente!
Reconsidere
Considere
e desconsidere.
O fará.
Mitologias sócio-cervicais mantém os impulsos para continuarmos de cabeça, asas e armas erguidas.
Os pontos de vista sacodem a certeza e modificam os status de mocinhos, bandidos, alunos e professores.
A Fênix não renasce para ensinar e a mistificação não vai inibi-la à aprender.
Ela é pop!
Star ascendente de puro glamour, aviadando seus voos de redenção baila pelo ar.
Mas isso não basta!
Senta.
Ouve.
Pena.
E na hora certa honra sua majestade.
Capricha embasada no que a sorte lhe deu.
Pois vai que um dia as chances se esgotam...
E o renascimento será teatral.
A luz cada vez mais longe do fim do túnel.
Só túnel, só túnel como se corresse em uma esteira.
Corre, corre... finge.
E cinza, pelo visto, continuará para o sempre.
A inocência revive, resetam-se vergonhas, traumas e medos. Dai a Fênix se refaz virgem de corpo e alma atrevidamente receptiva a novas experiências.
Ora, convenhamos... ela renasceu das cinzas!
Mas não prontamente plena; ela ainda é crua nas etapas que o renascimento proporciona.
Vale a continuidade, poxa!!!
Queima, renasce e pronto?
Rala o côco, neguinha...
Esclarecimentos que as verdades não são nada imunes e absolutas.
Que de tudo nada se sabe.
Que os castelos são de areia, a bola não é aquela toda e os bolos tem de esfriar.
Encargos, que a Fênix merece!
Vão servir de exemplo e fardará orgulho à puros olhos independente das manchas dos seus evangelhos.
Começa do zero... que seja...
Até porque para o ápice a matemática indifere.
Quantos renascimentos?
Quantas etapas?
Quantos pedágios até a plenitude?
Plenitude?
Plenos são os hiperativos!
Os mutantes de opinião!
Os frutos da evolução!
Os de cabeça aberta e coração incorporado ao produto final.
Simples Fênix.
Digna afinal... e seus esforços serão medalhas pra vida toda!
Mas - repetidamente - reinvente!
Reconsidere
Considere
e desconsidere.
O fará.
Mitologias sócio-cervicais mantém os impulsos para continuarmos de cabeça, asas e armas erguidas.
Os pontos de vista sacodem a certeza e modificam os status de mocinhos, bandidos, alunos e professores.
A Fênix não renasce para ensinar e a mistificação não vai inibi-la à aprender.
Ela é pop!
Star ascendente de puro glamour, aviadando seus voos de redenção baila pelo ar.
Mas isso não basta!
Senta.
Ouve.
Pena.
E na hora certa honra sua majestade.
Capricha embasada no que a sorte lhe deu.
Pois vai que um dia as chances se esgotam...
E o renascimento será teatral.
A luz cada vez mais longe do fim do túnel.
Só túnel, só túnel como se corresse em uma esteira.
Corre, corre... finge.
E cinza, pelo visto, continuará para o sempre.
quarta-feira, 29 de julho de 2009
E Que Sejam bem vindas as Cores da Manhã!
Cores da Manhã
(Leandro Fregonesi e João Martins)
Não perca tempo remoendo a dor
Porque a vida não permite mais
Vai-e-vem de sentimentos
Melhor deixar o corpo descansar
Dormir pensando que a manhã já vem
Abre a janela e deixa o sol entrar
As cores da manhã
Vão te fazer tão bem
Você vai ver que o contratempo
Da tormenta se desfaz
A paz do despertar
Vai ser tão linda
Seja bem-vinda
A vida sempre a começar
...
(Leandro Fregonesi e João Martins)
Não perca tempo remoendo a dor
Porque a vida não permite mais
Vai-e-vem de sentimentos
Melhor deixar o corpo descansar
Dormir pensando que a manhã já vem
Abre a janela e deixa o sol entrar
As cores da manhã
Vão te fazer tão bem
Você vai ver que o contratempo
Da tormenta se desfaz
A paz do despertar
Vai ser tão linda
Seja bem-vinda
A vida sempre a começar
...
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Eu Varal (quase Móbile).
A segunda é depois do domingo,
que foi depois do sábado,
que foi depois da sexta.
Da quinta já não se lembra.
Nem da terça muito se espera.
Se na terça a sexta não for lembrada, a quarta, pior que a segunda, será somente a prévia de uma outra quinta pra também passar batida nas lembranças da próxima semana.
Ontem.
Hoje.
E Amanhã.
E depois?
E antes?
O que vale?
O que não vale?
Tá mais perto do fim, tá mais longe do começo?
Tá mais cedo, tá mais tarde.
Ainda dá tempo?
Há tempo?
Há o que haver.
E como há...
Pensar sobre o tempo,
sobre a vida,
amaluca,
endoidece,
preocupa
e ratifica.
Então:
Soma tudo
, diminui
, redivide
, multiplica
, equaciona
, somatiza
, arquiteta
, sintetiza
, manifesta
, equaliza
, marketeia
, simplifica
, amplifica
, reaciona
, reitera
, modifica
, junta tudo e joga fora
, rapa fora e suicida
, rediz tudo e diz agora
o que agora redigida
diz a dita ditadura
de quem muta e redigita
o que dentro sempre mora
não se mostra ou qualifica.
não se pica nem se adora
não se amarra ou se trumbica
na boleia da carroça
na cabeça da biriba
no cordel da decadência
na decência
das manias
nas vergonhas
nas plainagens
subvertem as baías
de sufoco, agua clara
de arraias como arnica
embranquecem negras nuvens
sem artérias deferidas
a pulsar sem esperança
na latências das latidas
marginais
das madrugadas
enfeitadas colombinas
matinais descabeladas
fazendeiros de rotinas.
Descendentes recaídas
nas raladas margaridas
enfeitosas, deslumbrantes
rosas mouras parecidas
sempre voltam
primavera
diz a guerra
disse a vida.
Disse a cor da madureira
Disse a volta da partida.
Disse o estalo do gatilho
Disse a roga da batida.
Disse a fé dos pregadores
Disse a corda, e as balizas
Eu varal vario verde
Só pendure fantasias.
que foi depois do sábado,
que foi depois da sexta.
Da quinta já não se lembra.
Nem da terça muito se espera.
Se na terça a sexta não for lembrada, a quarta, pior que a segunda, será somente a prévia de uma outra quinta pra também passar batida nas lembranças da próxima semana.
Ontem.
Hoje.
E Amanhã.
E depois?
E antes?
O que vale?
O que não vale?
Tá mais perto do fim, tá mais longe do começo?
Tá mais cedo, tá mais tarde.
Ainda dá tempo?
Há tempo?
Há o que haver.
E como há...
Pensar sobre o tempo,
sobre a vida,
amaluca,
endoidece,
preocupa
e ratifica.
Então:
Soma tudo
, diminui
, redivide
, multiplica
, equaciona
, somatiza
, arquiteta
, sintetiza
, manifesta
, equaliza
, marketeia
, simplifica
, amplifica
, reaciona
, reitera
, modifica
, junta tudo e joga fora
, rapa fora e suicida
, rediz tudo e diz agora
o que agora redigida
diz a dita ditadura
de quem muta e redigita
o que dentro sempre mora
não se mostra ou qualifica.
não se pica nem se adora
não se amarra ou se trumbica
na boleia da carroça
na cabeça da biriba
no cordel da decadência
na decência
das manias
nas vergonhas
nas plainagens
subvertem as baías
de sufoco, agua clara
de arraias como arnica
embranquecem negras nuvens
sem artérias deferidas
a pulsar sem esperança
na latências das latidas
marginais
das madrugadas
enfeitadas colombinas
matinais descabeladas
fazendeiros de rotinas.
Descendentes recaídas
nas raladas margaridas
enfeitosas, deslumbrantes
rosas mouras parecidas
sempre voltam
primavera
diz a guerra
disse a vida.
Disse a cor da madureira
Disse a volta da partida.
Disse o estalo do gatilho
Disse a roga da batida.
Disse a fé dos pregadores
Disse a corda, e as balizas
Eu varal vario verde
Só pendure fantasias.
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Lá pela Lapa...
Lua no Jardim
(João Martins / Leandro Fregonesi)
Hoje eu só quero
A santa paz desse amor
Quero o calor das suas mãos enfim
O sol caiu e vai ter lua no jardim
Diga pra mim que é assim
Que a vida continua
Bota aquela tua roupa branca
Leva um par de rosas pra varanda
Hoje quero amar além da conta
Amanhã o sol desponta
Bem melhor que seja asssim
A felicidade veio pronta
Nesse grande faz-de-conta
Que começa e não tem fim
Que começa e não tem fim
Compareçam que a festa vai ser boa!
...
Fregonesi é o preferido da minha mãe.
Tens razão, Dona Christiane.
Tens razão...
...
domingo, 12 de julho de 2009
E lave bem atrás da orelha!
Nada como um banho quente para esfriar a cabeça.
Eu, particularmente, tomo banho MUITO quente; é quase como se entrasse num Vaporetto.
Ora.
Materiais cirúrgicos são esterilizados em altas temperaturas.
Compressas contra inflamações são de água quente.
Manda-se ferver alguns alimentos antes de os consumirmos.
Então fervo a mim também!
Parece que a sujeira que nosso corpo absorve ao meio de toda essa poluição sai mais fácil.
Limpa.
Relaxa.
Nos remete ao ventre materno... tão quentinho!
Se o ventre da minha mãe fosse quente assim, eu nasceria cozido.
Mas nasci cru.
E banhos quentes servem para gradualmente ficar no ponto.
Refletir sobre as intempérias
relembrar
planejar
Chorar, sorrir, cantar.
Imagina na água fria??!
Deus me livre!
Não combina...
Pichar o vidro do blindex e do espelho.
Escrever o que depois sumirá quando resfriar-se de novo o banheiro.
Buscar filosofias nas costas do shampoo.
Tudo cheiroso!
Água,
espuma,
sabão.
Me desculpem os ecologistas mas de um bom banho demorado eu não abro mão; depois volta tudo de novo, pro mundo que fora do box quase sempre não é tão divertido...
Mereço.
Eu, particularmente, tomo banho MUITO quente; é quase como se entrasse num Vaporetto.
Ora.
Materiais cirúrgicos são esterilizados em altas temperaturas.
Compressas contra inflamações são de água quente.
Manda-se ferver alguns alimentos antes de os consumirmos.
Então fervo a mim também!
Parece que a sujeira que nosso corpo absorve ao meio de toda essa poluição sai mais fácil.
Limpa.
Relaxa.
Nos remete ao ventre materno... tão quentinho!
Se o ventre da minha mãe fosse quente assim, eu nasceria cozido.
Mas nasci cru.
E banhos quentes servem para gradualmente ficar no ponto.
Refletir sobre as intempérias
relembrar
planejar
Chorar, sorrir, cantar.
Imagina na água fria??!
Deus me livre!
Não combina...
Pichar o vidro do blindex e do espelho.
Escrever o que depois sumirá quando resfriar-se de novo o banheiro.
Buscar filosofias nas costas do shampoo.
Tudo cheiroso!
Água,
espuma,
sabão.
Me desculpem os ecologistas mas de um bom banho demorado eu não abro mão; depois volta tudo de novo, pro mundo que fora do box quase sempre não é tão divertido...
Mereço.
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Rei X Rei
Roberto Carlos Michael Jackson Roberto Carlos Michael Jackson Roberto Carlos Michael Jackson Roberto Carlos Roberto Carlos
Michael Jackson
Michael Jackson
Roberto Carlos Michael Jackson
Michael Jackson
Roberto Carlos
Michael Jackson
Roberto Carlos
Michael Jackson
Roberto Carlos
Michael Jackson
Roberto Carlos
Michael Jackson
Roberto Carlos
Roberto Carlos
Michael Jackson
Roberto Carlos
Michael Jackson Roberto Carlos
Roberto Carlos Michael Jackson Roberto Carlos
Michael Jackson Michael Jackson
Roberto Carlos
Michael Jackson
Roberto Carlos
Michael Jackson Roberto Carlos
Roberto Carlos Michael Jackson Roberto Carlos
Michael Jackson Michael Jackson
Roberto Carlos
Roberto Carlos
Michael Jackson Roberto Carlos
Roberto Carlos
Michael Jackson
Roberto Carlos
Michael Jackson
Roberto Carlos
Michael Jackson Roberto Carlos
Roberto Carlos
Michael Jackson
Roberto Carlos
Michael Jackson
Roberto Carlos
Roberto Carlos
Michael Jackson
Michael Jackson
Roberto Carlos
Michael Jackson Roberto Carlos Michael Jackson
Roberto Carlos
Michael Jackson
Roberto Carlos
Michael Jackson Roberto Carlos Michael Jackson
Roberto Carlos
Michael Jackson
Roberto Carlos
Roberto Carlos Michael Jackson Roberto Carlos Michael Jackson Roberto Carlos Michael Jackson Roberto Carlos
Podemos mudar de assunto?
segunda-feira, 6 de julho de 2009
irMÃOS
Uma mão lavava a outra.
Cortava, pintava, cutilava...
Cuidavam-se!
Hidratavam-se, cozinhavam
Juntas faziam nascer o som...
De cavaco, percussão.
Piano, violão... Canções.
Tudo parceria das mãos.
Dirigiam, abriam portas e cortinas, digitavam, moldavam, criavam.
Desbelotavam, apertavam e acendiam.
Assimétricas, eram sim diferentes mas, ao mesmo tempo se bastavam.
Uma pra faca.
Outra pra garfo.
Uma pra soco.
Outra pra pincel.
Completavam-se desde o ventre.
Mãos aprendem e crescem juntas.
Um dia uma mão parece que mudou.
Acho que quis ser pé.
Andou distante da outra... a deixava sozinha, a deixava "na mão".
Não mais estalava os outros 5 dedos, só queria saber dos seus.
Bolos e mais bolos.
Só olhava pra própria palma sem ligar o mínimo pra sua velha companheira.
Parecia renegar que juntas eram o aplauso.
Se meteu entre outras pernas, acariciou outras cabeças, cutucou outras feridas.
Outros anéis, outra cor de esmalte.
Fantochou por outros teatros.
Demorou...mas a outra, conformada, uma dia enfim entendeu as mensagens, as pistas que lhe eram deixadas.
Se valeu da ambidestreza e penou para sozinha enfim dar conta das suas tarefas para bem viver.
Para melhor viver, seguir a sua missão.
Cansou de acenar.
Cansou de puxar para perto.
Desistiu da união até nas horas de oração.
E seguiu.
Como pirata sem gancho.
Fazendo figa, enfrentando quiromancistas e manicures.
Batendo de porta em porta, punhetando e se dando às palmatorias.
O tempo se passou mas, uma da outra nunca mais se soube.
Por onde anda, se agora anda...
Se continua mão.
Se em luva se esconde, se a esmola se submete.
Só não se escuta mais o cavaco.
Nem o batuque.
Hoje escrevem outras histórias e espalham suas digitais por outras bandas e bundas.
Tapas leves.
Tapas levam.
Mas mãos dadas nunca mais por ai passearam.
Cortava, pintava, cutilava...
Cuidavam-se!
Hidratavam-se, cozinhavam
Juntas faziam nascer o som...
De cavaco, percussão.
Piano, violão... Canções.
Tudo parceria das mãos.
Dirigiam, abriam portas e cortinas, digitavam, moldavam, criavam.
Desbelotavam, apertavam e acendiam.
Assimétricas, eram sim diferentes mas, ao mesmo tempo se bastavam.
Uma pra faca.
Outra pra garfo.
Uma pra soco.
Outra pra pincel.
Completavam-se desde o ventre.
Mãos aprendem e crescem juntas.
Um dia uma mão parece que mudou.
Acho que quis ser pé.
Andou distante da outra... a deixava sozinha, a deixava "na mão".
Não mais estalava os outros 5 dedos, só queria saber dos seus.
Bolos e mais bolos.
Só olhava pra própria palma sem ligar o mínimo pra sua velha companheira.
Parecia renegar que juntas eram o aplauso.
Se meteu entre outras pernas, acariciou outras cabeças, cutucou outras feridas.
Outros anéis, outra cor de esmalte.
Fantochou por outros teatros.
Demorou...mas a outra, conformada, uma dia enfim entendeu as mensagens, as pistas que lhe eram deixadas.
Se valeu da ambidestreza e penou para sozinha enfim dar conta das suas tarefas para bem viver.
Para melhor viver, seguir a sua missão.
Cansou de acenar.
Cansou de puxar para perto.
Desistiu da união até nas horas de oração.
E seguiu.
Como pirata sem gancho.
Fazendo figa, enfrentando quiromancistas e manicures.
Batendo de porta em porta, punhetando e se dando às palmatorias.
O tempo se passou mas, uma da outra nunca mais se soube.
Por onde anda, se agora anda...
Se continua mão.
Se em luva se esconde, se a esmola se submete.
Só não se escuta mais o cavaco.
Nem o batuque.
Hoje escrevem outras histórias e espalham suas digitais por outras bandas e bundas.
Tapas leves.
Tapas levam.
Mas mãos dadas nunca mais por ai passearam.
domingo, 5 de julho de 2009
Carapuça
Ela chega...
Ela vem vindo.
Ela sorri.
Ela cumprimenta
Hoje será diferente. Deus há de querer!!
Não.
Não é hoje o dia.
Deus não quis.
Nunca quer, Papai do Céu?
Ela começa.
Ela sorri... amareladamente.
Ela se mete e acaba com qualquer bom clima ou outro assunto.
Ela reclama da vida.
Ela conta seus problemas.
Ela não para de falar.
Monólogo de palavras negativas.
Ela lamenta mais.
Ela conta mais problemas.
Ela pede um cigarro,
pede um gole da cerveja,
qualquer coisa para comer,
pede um pingo do colírio...
Ela lamenta um pouco mais e escorre veneno.
Ela não para de falar.
Ela conta outros problemas.
Ela relembra antigos.
Ela arruma novos.
Ela pede mais um cigarro,
mais um gole da cerveja...
Ela pede um marido,
uma carona,
um lugar para existir,
um dinheiro,
o isqueiro.
Ela não sabe o que quer.
Mas quer.
Ela olha sempre em volta, pois é o centro das atenções.
Não te contaram?
Mas ela quer mais atenção.
Ela é a atenção.
Ela é a atração que se vê tão atraente que quase se come.
Só não come porque ela é dela.
Se fosse dos outros acho que pediria um pedaço.
Ela reclama mais um pouco.
Modéstia...
Mais um muito.
Ela suspira
por não saber mais o que sugar.
Do que mais reclamar.
Por que mais o mundo lhe é tão injusto.
Ela sai.
Eu respiro.
Ela volta.
Eu me tremo.
Ela fala.
Ela fala.
Ela fala.
Ela tira a energia e a dela não acaba.
Obcessão obcecada.
Ela pede porque dão.
Confiança a sua confusão.
Que tem cheiro de porquerer e na minha garganta provoca alergia.
Alegria?
Nunca vi...
Ingenuidade?
Muito menos.
Ela inveja.
Ela é má.
Ela não para de falar.
Ela pede mais um gole.
Ela quase chora...
Não aguento.
Por favor.
Uma faca pra suicídio.
Vai que ela quer também...
Ela vem vindo.
Ela sorri.
Ela cumprimenta
Hoje será diferente. Deus há de querer!!
Não.
Não é hoje o dia.
Deus não quis.
Nunca quer, Papai do Céu?
Ela começa.
Ela sorri... amareladamente.
Ela se mete e acaba com qualquer bom clima ou outro assunto.
Ela reclama da vida.
Ela conta seus problemas.
Ela não para de falar.
Monólogo de palavras negativas.
Ela lamenta mais.
Ela conta mais problemas.
Ela pede um cigarro,
pede um gole da cerveja,
qualquer coisa para comer,
pede um pingo do colírio...
Ela lamenta um pouco mais e escorre veneno.
Ela não para de falar.
Ela conta outros problemas.
Ela relembra antigos.
Ela arruma novos.
Ela pede mais um cigarro,
mais um gole da cerveja...
Ela pede um marido,
uma carona,
um lugar para existir,
um dinheiro,
o isqueiro.
Ela não sabe o que quer.
Mas quer.
Ela olha sempre em volta, pois é o centro das atenções.
Não te contaram?
Mas ela quer mais atenção.
Ela é a atenção.
Ela é a atração que se vê tão atraente que quase se come.
Só não come porque ela é dela.
Se fosse dos outros acho que pediria um pedaço.
Ela reclama mais um pouco.
Modéstia...
Mais um muito.
Ela suspira
por não saber mais o que sugar.
Do que mais reclamar.
Por que mais o mundo lhe é tão injusto.
Ela sai.
Eu respiro.
Ela volta.
Eu me tremo.
Ela fala.
Ela fala.
Ela fala.
Ela tira a energia e a dela não acaba.
Obcessão obcecada.
Ela pede porque dão.
Confiança a sua confusão.
Que tem cheiro de porquerer e na minha garganta provoca alergia.
Alegria?
Nunca vi...
Ingenuidade?
Muito menos.
Ela inveja.
Ela é má.
Ela não para de falar.
Ela pede mais um gole.
Ela quase chora...
Não aguento.
Por favor.
Uma faca pra suicídio.
Vai que ela quer também...
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