Abre a janela e deixa o sol entrar.
Sacode a cortina, bate o pó do sofá.
Tira tudo o que pode estar deixando a geladeira meio fedorenta.
Defuma a casa com um extra de alecrim.
Pensa positivo, toma banho e reza com fé; em nome de quem quiser.
Abre a porta da frente que é pra tristeza ir embora dignamente.
Se um dia resolver voltar que, por isso, não seja vingativa ou covarde.
Deixa o sol entrar um pouco mais pra enfim fertilizar a tarde.
Pra progredir,
pra coisa andar,
pra plantas virarem casas,
pavios estourarem bombas,
mocinhos derrotarem bandidos,
e tarrafas só voltarem recheadas desse mar agora visto desconhecido e temível.
Quando for o tempo, sente a noite chegar mais branda
e o breu misterioso seja só embalador de sonhos de um sono reestabelecedor para nossas tão preciosas energias.
Fundamentaliza os seus.
Afasta os não tanto.
Pede força à natureza e reconhece seu valor.
Água pura, ferro e fogo, macumbinhas e já tá.
Vamos que vamos!
Para o alto e avante, pra frente é que se anda,
"Arriba, muchacho" e alô Bateria!
A vida tá chamando pro grande baile!
Os pares escolhidos,
a banda ensaiada
e o champanhe no gelo.
Brinda que a anfitriã gosta.
Brilha, honra o seu traje ultra-gala.
Até porque ao final terá sido só uma dança pelo lindo salão e antes mesmo que as carruagens virem abóboras, hão de deixar saudades as trovas, valsas e deliciosos acepipes.
Um sorriso ao fim, a paga.
Pra quem fez tudo certinho.
Saúde!
terça-feira, 15 de setembro de 2009
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
O dia em que eu conheci a felicidade.
9 meses...
40 semanas...
e de repente:
Meu DEUS!
Ela chegou!
E já sinto muito da minha vida mudar.
Eu não sabia nem que cara ela tinha e agora já me vejo totalmente babado e apaixonado por essa criaturazinha.
Tão pequenininha...
Tão frágil....
Não tenho palavras!
Não quero inventar, não quero redigir.
Quero num choro solitário sentir que não mais solitário estarei.
Nem nos meus momentos mais íntimos ela ficará de fora.
Vem, meu amor!
Vem comigo pro mundo que vai dar tudo certo!
Vamos aprender juntos, tecer com fios de ouro a sua história. A minha já nem importa mais!!!
A felicidade não cabe em mim...e não coube na Vanessa também.
Rebentou
E É LINDA!!!
MEU DEUS! COMO É LINDA!!!!!

E fui eu que fiz hein?!
A composição perfeita.
QUE ALEGRIA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
JOANA VICENTE MARTINS
2 DE SETEMBRO DE 2009 -
Bem vinda a vida!
40 semanas...
e de repente:
Meu DEUS!
Ela chegou!
E já sinto muito da minha vida mudar.
Eu não sabia nem que cara ela tinha e agora já me vejo totalmente babado e apaixonado por essa criaturazinha.
Tão pequenininha...
Tão frágil....
Não tenho palavras!
Não quero inventar, não quero redigir.
Quero num choro solitário sentir que não mais solitário estarei.
Nem nos meus momentos mais íntimos ela ficará de fora.
Vem, meu amor!
Vem comigo pro mundo que vai dar tudo certo!
Vamos aprender juntos, tecer com fios de ouro a sua história. A minha já nem importa mais!!!
A felicidade não cabe em mim...e não coube na Vanessa também.
Rebentou
E É LINDA!!!
MEU DEUS! COMO É LINDA!!!!!

E fui eu que fiz hein?!
A composição perfeita.
QUE ALEGRIA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
JOANA VICENTE MARTINS
2 DE SETEMBRO DE 2009 -
Bem vinda a vida!
sábado, 29 de agosto de 2009
Antes tarde do que nunca.
O Conto do Campo Minado
(João Martins/Inácio)
Num vale encantado
Amor mascarado
Na terra batida gotejam orvalhos sutis.
Da afrodisia mais fértil nas tardes febris.
É o Conto do Campo Minado
E lá no horizonte existe o nosso lugar.
E vejo flores
Um mar de cores
Tão radiante a camponesa
Trazendo num cesto de palha a farta colheita
Pra quem semeou só amor
E nunca perdeu a grandeza
Ficou a nobreza pra germinar
Nos sumos maduros
Mais paladar
Dá tempo pro tempo que dá.
...
(João Martins/Inácio)
Num vale encantado
Amor mascarado
Na terra batida gotejam orvalhos sutis.
Da afrodisia mais fértil nas tardes febris.
É o Conto do Campo Minado
E lá no horizonte existe o nosso lugar.
E vejo flores
Um mar de cores
Tão radiante a camponesa
Trazendo num cesto de palha a farta colheita
Pra quem semeou só amor
E nunca perdeu a grandeza
Ficou a nobreza pra germinar
Nos sumos maduros
Mais paladar
Dá tempo pro tempo que dá.
...
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Sobre a jovem Fênix, que só renascer justamente não lhe basta.
Bicho bom que enxerga a legitimidade da sobrenatural segunda chance e merece reler o fim em brasas que teve sua antiga vida.
A inocência revive, resetam-se vergonhas, traumas e medos. Dai a Fênix se refaz virgem de corpo e alma atrevidamente receptiva a novas experiências.
Ora, convenhamos... ela renasceu das cinzas!
Mas não prontamente plena; ela ainda é crua nas etapas que o renascimento proporciona.
Vale a continuidade, poxa!!!
Queima, renasce e pronto?
Rala o côco, neguinha...
Esclarecimentos que as verdades não são nada imunes e absolutas.
Que de tudo nada se sabe.
Que os castelos são de areia, a bola não é aquela toda e os bolos tem de esfriar.
Encargos, que a Fênix merece!
Vão servir de exemplo e fardará orgulho à puros olhos independente das manchas dos seus evangelhos.
Começa do zero... que seja...
Até porque para o ápice a matemática indifere.
Quantos renascimentos?
Quantas etapas?
Quantos pedágios até a plenitude?
Plenitude?
Plenos são os hiperativos!
Os mutantes de opinião!
Os frutos da evolução!
Os de cabeça aberta e coração incorporado ao produto final.
Simples Fênix.
Digna afinal... e seus esforços serão medalhas pra vida toda!
Mas - repetidamente - reinvente!
Reconsidere
Considere
e desconsidere.
O fará.
Mitologias sócio-cervicais mantém os impulsos para continuarmos de cabeça, asas e armas erguidas.
Os pontos de vista sacodem a certeza e modificam os status de mocinhos, bandidos, alunos e professores.
A Fênix não renasce para ensinar e a mistificação não vai inibi-la à aprender.
Ela é pop!
Star ascendente de puro glamour, aviadando seus voos de redenção baila pelo ar.
Mas isso não basta!
Senta.
Ouve.
Pena.
E na hora certa honra sua majestade.
Capricha embasada no que a sorte lhe deu.
Pois vai que um dia as chances se esgotam...
E o renascimento será teatral.
A luz cada vez mais longe do fim do túnel.
Só túnel, só túnel como se corresse em uma esteira.
Corre, corre... finge.
E cinza, pelo visto, continuará para o sempre.
A inocência revive, resetam-se vergonhas, traumas e medos. Dai a Fênix se refaz virgem de corpo e alma atrevidamente receptiva a novas experiências.
Ora, convenhamos... ela renasceu das cinzas!
Mas não prontamente plena; ela ainda é crua nas etapas que o renascimento proporciona.
Vale a continuidade, poxa!!!
Queima, renasce e pronto?
Rala o côco, neguinha...
Esclarecimentos que as verdades não são nada imunes e absolutas.
Que de tudo nada se sabe.
Que os castelos são de areia, a bola não é aquela toda e os bolos tem de esfriar.
Encargos, que a Fênix merece!
Vão servir de exemplo e fardará orgulho à puros olhos independente das manchas dos seus evangelhos.
Começa do zero... que seja...
Até porque para o ápice a matemática indifere.
Quantos renascimentos?
Quantas etapas?
Quantos pedágios até a plenitude?
Plenitude?
Plenos são os hiperativos!
Os mutantes de opinião!
Os frutos da evolução!
Os de cabeça aberta e coração incorporado ao produto final.
Simples Fênix.
Digna afinal... e seus esforços serão medalhas pra vida toda!
Mas - repetidamente - reinvente!
Reconsidere
Considere
e desconsidere.
O fará.
Mitologias sócio-cervicais mantém os impulsos para continuarmos de cabeça, asas e armas erguidas.
Os pontos de vista sacodem a certeza e modificam os status de mocinhos, bandidos, alunos e professores.
A Fênix não renasce para ensinar e a mistificação não vai inibi-la à aprender.
Ela é pop!
Star ascendente de puro glamour, aviadando seus voos de redenção baila pelo ar.
Mas isso não basta!
Senta.
Ouve.
Pena.
E na hora certa honra sua majestade.
Capricha embasada no que a sorte lhe deu.
Pois vai que um dia as chances se esgotam...
E o renascimento será teatral.
A luz cada vez mais longe do fim do túnel.
Só túnel, só túnel como se corresse em uma esteira.
Corre, corre... finge.
E cinza, pelo visto, continuará para o sempre.
quarta-feira, 29 de julho de 2009
E Que Sejam bem vindas as Cores da Manhã!
Cores da Manhã
(Leandro Fregonesi e João Martins)
Não perca tempo remoendo a dor
Porque a vida não permite mais
Vai-e-vem de sentimentos
Melhor deixar o corpo descansar
Dormir pensando que a manhã já vem
Abre a janela e deixa o sol entrar
As cores da manhã
Vão te fazer tão bem
Você vai ver que o contratempo
Da tormenta se desfaz
A paz do despertar
Vai ser tão linda
Seja bem-vinda
A vida sempre a começar
...
(Leandro Fregonesi e João Martins)
Não perca tempo remoendo a dor
Porque a vida não permite mais
Vai-e-vem de sentimentos
Melhor deixar o corpo descansar
Dormir pensando que a manhã já vem
Abre a janela e deixa o sol entrar
As cores da manhã
Vão te fazer tão bem
Você vai ver que o contratempo
Da tormenta se desfaz
A paz do despertar
Vai ser tão linda
Seja bem-vinda
A vida sempre a começar
...
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Eu Varal (quase Móbile).
A segunda é depois do domingo,
que foi depois do sábado,
que foi depois da sexta.
Da quinta já não se lembra.
Nem da terça muito se espera.
Se na terça a sexta não for lembrada, a quarta, pior que a segunda, será somente a prévia de uma outra quinta pra também passar batida nas lembranças da próxima semana.
Ontem.
Hoje.
E Amanhã.
E depois?
E antes?
O que vale?
O que não vale?
Tá mais perto do fim, tá mais longe do começo?
Tá mais cedo, tá mais tarde.
Ainda dá tempo?
Há tempo?
Há o que haver.
E como há...
Pensar sobre o tempo,
sobre a vida,
amaluca,
endoidece,
preocupa
e ratifica.
Então:
Soma tudo
, diminui
, redivide
, multiplica
, equaciona
, somatiza
, arquiteta
, sintetiza
, manifesta
, equaliza
, marketeia
, simplifica
, amplifica
, reaciona
, reitera
, modifica
, junta tudo e joga fora
, rapa fora e suicida
, rediz tudo e diz agora
o que agora redigida
diz a dita ditadura
de quem muta e redigita
o que dentro sempre mora
não se mostra ou qualifica.
não se pica nem se adora
não se amarra ou se trumbica
na boleia da carroça
na cabeça da biriba
no cordel da decadência
na decência
das manias
nas vergonhas
nas plainagens
subvertem as baías
de sufoco, agua clara
de arraias como arnica
embranquecem negras nuvens
sem artérias deferidas
a pulsar sem esperança
na latências das latidas
marginais
das madrugadas
enfeitadas colombinas
matinais descabeladas
fazendeiros de rotinas.
Descendentes recaídas
nas raladas margaridas
enfeitosas, deslumbrantes
rosas mouras parecidas
sempre voltam
primavera
diz a guerra
disse a vida.
Disse a cor da madureira
Disse a volta da partida.
Disse o estalo do gatilho
Disse a roga da batida.
Disse a fé dos pregadores
Disse a corda, e as balizas
Eu varal vario verde
Só pendure fantasias.
que foi depois do sábado,
que foi depois da sexta.
Da quinta já não se lembra.
Nem da terça muito se espera.
Se na terça a sexta não for lembrada, a quarta, pior que a segunda, será somente a prévia de uma outra quinta pra também passar batida nas lembranças da próxima semana.
Ontem.
Hoje.
E Amanhã.
E depois?
E antes?
O que vale?
O que não vale?
Tá mais perto do fim, tá mais longe do começo?
Tá mais cedo, tá mais tarde.
Ainda dá tempo?
Há tempo?
Há o que haver.
E como há...
Pensar sobre o tempo,
sobre a vida,
amaluca,
endoidece,
preocupa
e ratifica.
Então:
Soma tudo
, diminui
, redivide
, multiplica
, equaciona
, somatiza
, arquiteta
, sintetiza
, manifesta
, equaliza
, marketeia
, simplifica
, amplifica
, reaciona
, reitera
, modifica
, junta tudo e joga fora
, rapa fora e suicida
, rediz tudo e diz agora
o que agora redigida
diz a dita ditadura
de quem muta e redigita
o que dentro sempre mora
não se mostra ou qualifica.
não se pica nem se adora
não se amarra ou se trumbica
na boleia da carroça
na cabeça da biriba
no cordel da decadência
na decência
das manias
nas vergonhas
nas plainagens
subvertem as baías
de sufoco, agua clara
de arraias como arnica
embranquecem negras nuvens
sem artérias deferidas
a pulsar sem esperança
na latências das latidas
marginais
das madrugadas
enfeitadas colombinas
matinais descabeladas
fazendeiros de rotinas.
Descendentes recaídas
nas raladas margaridas
enfeitosas, deslumbrantes
rosas mouras parecidas
sempre voltam
primavera
diz a guerra
disse a vida.
Disse a cor da madureira
Disse a volta da partida.
Disse o estalo do gatilho
Disse a roga da batida.
Disse a fé dos pregadores
Disse a corda, e as balizas
Eu varal vario verde
Só pendure fantasias.
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Lá pela Lapa...
Lua no Jardim
(João Martins / Leandro Fregonesi)
Hoje eu só quero
A santa paz desse amor
Quero o calor das suas mãos enfim
O sol caiu e vai ter lua no jardim
Diga pra mim que é assim
Que a vida continua
Bota aquela tua roupa branca
Leva um par de rosas pra varanda
Hoje quero amar além da conta
Amanhã o sol desponta
Bem melhor que seja asssim
A felicidade veio pronta
Nesse grande faz-de-conta
Que começa e não tem fim
Que começa e não tem fim
Compareçam que a festa vai ser boa!
...
Fregonesi é o preferido da minha mãe.
Tens razão, Dona Christiane.
Tens razão...
...
domingo, 12 de julho de 2009
E lave bem atrás da orelha!
Nada como um banho quente para esfriar a cabeça.
Eu, particularmente, tomo banho MUITO quente; é quase como se entrasse num Vaporetto.
Ora.
Materiais cirúrgicos são esterilizados em altas temperaturas.
Compressas contra inflamações são de água quente.
Manda-se ferver alguns alimentos antes de os consumirmos.
Então fervo a mim também!
Parece que a sujeira que nosso corpo absorve ao meio de toda essa poluição sai mais fácil.
Limpa.
Relaxa.
Nos remete ao ventre materno... tão quentinho!
Se o ventre da minha mãe fosse quente assim, eu nasceria cozido.
Mas nasci cru.
E banhos quentes servem para gradualmente ficar no ponto.
Refletir sobre as intempérias
relembrar
planejar
Chorar, sorrir, cantar.
Imagina na água fria??!
Deus me livre!
Não combina...
Pichar o vidro do blindex e do espelho.
Escrever o que depois sumirá quando resfriar-se de novo o banheiro.
Buscar filosofias nas costas do shampoo.
Tudo cheiroso!
Água,
espuma,
sabão.
Me desculpem os ecologistas mas de um bom banho demorado eu não abro mão; depois volta tudo de novo, pro mundo que fora do box quase sempre não é tão divertido...
Mereço.
Eu, particularmente, tomo banho MUITO quente; é quase como se entrasse num Vaporetto.
Ora.
Materiais cirúrgicos são esterilizados em altas temperaturas.
Compressas contra inflamações são de água quente.
Manda-se ferver alguns alimentos antes de os consumirmos.
Então fervo a mim também!
Parece que a sujeira que nosso corpo absorve ao meio de toda essa poluição sai mais fácil.
Limpa.
Relaxa.
Nos remete ao ventre materno... tão quentinho!
Se o ventre da minha mãe fosse quente assim, eu nasceria cozido.
Mas nasci cru.
E banhos quentes servem para gradualmente ficar no ponto.
Refletir sobre as intempérias
relembrar
planejar
Chorar, sorrir, cantar.
Imagina na água fria??!
Deus me livre!
Não combina...
Pichar o vidro do blindex e do espelho.
Escrever o que depois sumirá quando resfriar-se de novo o banheiro.
Buscar filosofias nas costas do shampoo.
Tudo cheiroso!
Água,
espuma,
sabão.
Me desculpem os ecologistas mas de um bom banho demorado eu não abro mão; depois volta tudo de novo, pro mundo que fora do box quase sempre não é tão divertido...
Mereço.
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Rei X Rei
Roberto Carlos Michael Jackson Roberto Carlos Michael Jackson Roberto Carlos Michael Jackson Roberto Carlos Roberto Carlos
Michael Jackson
Michael Jackson
Roberto Carlos Michael Jackson
Michael Jackson
Roberto Carlos
Michael Jackson
Roberto Carlos
Michael Jackson
Roberto Carlos
Michael Jackson
Roberto Carlos
Michael Jackson
Roberto Carlos
Roberto Carlos
Michael Jackson
Roberto Carlos
Michael Jackson Roberto Carlos
Roberto Carlos Michael Jackson Roberto Carlos
Michael Jackson Michael Jackson
Roberto Carlos
Michael Jackson
Roberto Carlos
Michael Jackson Roberto Carlos
Roberto Carlos Michael Jackson Roberto Carlos
Michael Jackson Michael Jackson
Roberto Carlos
Roberto Carlos
Michael Jackson Roberto Carlos
Roberto Carlos
Michael Jackson
Roberto Carlos
Michael Jackson
Roberto Carlos
Michael Jackson Roberto Carlos
Roberto Carlos
Michael Jackson
Roberto Carlos
Michael Jackson
Roberto Carlos
Roberto Carlos
Michael Jackson
Michael Jackson
Roberto Carlos
Michael Jackson Roberto Carlos Michael Jackson
Roberto Carlos
Michael Jackson
Roberto Carlos
Michael Jackson Roberto Carlos Michael Jackson
Roberto Carlos
Michael Jackson
Roberto Carlos
Roberto Carlos Michael Jackson Roberto Carlos Michael Jackson Roberto Carlos Michael Jackson Roberto Carlos
Podemos mudar de assunto?
segunda-feira, 6 de julho de 2009
irMÃOS
Uma mão lavava a outra.
Cortava, pintava, cutilava...
Cuidavam-se!
Hidratavam-se, cozinhavam
Juntas faziam nascer o som...
De cavaco, percussão.
Piano, violão... Canções.
Tudo parceria das mãos.
Dirigiam, abriam portas e cortinas, digitavam, moldavam, criavam.
Desbelotavam, apertavam e acendiam.
Assimétricas, eram sim diferentes mas, ao mesmo tempo se bastavam.
Uma pra faca.
Outra pra garfo.
Uma pra soco.
Outra pra pincel.
Completavam-se desde o ventre.
Mãos aprendem e crescem juntas.
Um dia uma mão parece que mudou.
Acho que quis ser pé.
Andou distante da outra... a deixava sozinha, a deixava "na mão".
Não mais estalava os outros 5 dedos, só queria saber dos seus.
Bolos e mais bolos.
Só olhava pra própria palma sem ligar o mínimo pra sua velha companheira.
Parecia renegar que juntas eram o aplauso.
Se meteu entre outras pernas, acariciou outras cabeças, cutucou outras feridas.
Outros anéis, outra cor de esmalte.
Fantochou por outros teatros.
Demorou...mas a outra, conformada, uma dia enfim entendeu as mensagens, as pistas que lhe eram deixadas.
Se valeu da ambidestreza e penou para sozinha enfim dar conta das suas tarefas para bem viver.
Para melhor viver, seguir a sua missão.
Cansou de acenar.
Cansou de puxar para perto.
Desistiu da união até nas horas de oração.
E seguiu.
Como pirata sem gancho.
Fazendo figa, enfrentando quiromancistas e manicures.
Batendo de porta em porta, punhetando e se dando às palmatorias.
O tempo se passou mas, uma da outra nunca mais se soube.
Por onde anda, se agora anda...
Se continua mão.
Se em luva se esconde, se a esmola se submete.
Só não se escuta mais o cavaco.
Nem o batuque.
Hoje escrevem outras histórias e espalham suas digitais por outras bandas e bundas.
Tapas leves.
Tapas levam.
Mas mãos dadas nunca mais por ai passearam.
Cortava, pintava, cutilava...
Cuidavam-se!
Hidratavam-se, cozinhavam
Juntas faziam nascer o som...
De cavaco, percussão.
Piano, violão... Canções.
Tudo parceria das mãos.
Dirigiam, abriam portas e cortinas, digitavam, moldavam, criavam.
Desbelotavam, apertavam e acendiam.
Assimétricas, eram sim diferentes mas, ao mesmo tempo se bastavam.
Uma pra faca.
Outra pra garfo.
Uma pra soco.
Outra pra pincel.
Completavam-se desde o ventre.
Mãos aprendem e crescem juntas.
Um dia uma mão parece que mudou.
Acho que quis ser pé.
Andou distante da outra... a deixava sozinha, a deixava "na mão".
Não mais estalava os outros 5 dedos, só queria saber dos seus.
Bolos e mais bolos.
Só olhava pra própria palma sem ligar o mínimo pra sua velha companheira.
Parecia renegar que juntas eram o aplauso.
Se meteu entre outras pernas, acariciou outras cabeças, cutucou outras feridas.
Outros anéis, outra cor de esmalte.
Fantochou por outros teatros.
Demorou...mas a outra, conformada, uma dia enfim entendeu as mensagens, as pistas que lhe eram deixadas.
Se valeu da ambidestreza e penou para sozinha enfim dar conta das suas tarefas para bem viver.
Para melhor viver, seguir a sua missão.
Cansou de acenar.
Cansou de puxar para perto.
Desistiu da união até nas horas de oração.
E seguiu.
Como pirata sem gancho.
Fazendo figa, enfrentando quiromancistas e manicures.
Batendo de porta em porta, punhetando e se dando às palmatorias.
O tempo se passou mas, uma da outra nunca mais se soube.
Por onde anda, se agora anda...
Se continua mão.
Se em luva se esconde, se a esmola se submete.
Só não se escuta mais o cavaco.
Nem o batuque.
Hoje escrevem outras histórias e espalham suas digitais por outras bandas e bundas.
Tapas leves.
Tapas levam.
Mas mãos dadas nunca mais por ai passearam.
domingo, 5 de julho de 2009
Carapuça
Ela chega...
Ela vem vindo.
Ela sorri.
Ela cumprimenta
Hoje será diferente. Deus há de querer!!
Não.
Não é hoje o dia.
Deus não quis.
Nunca quer, Papai do Céu?
Ela começa.
Ela sorri... amareladamente.
Ela se mete e acaba com qualquer bom clima ou outro assunto.
Ela reclama da vida.
Ela conta seus problemas.
Ela não para de falar.
Monólogo de palavras negativas.
Ela lamenta mais.
Ela conta mais problemas.
Ela pede um cigarro,
pede um gole da cerveja,
qualquer coisa para comer,
pede um pingo do colírio...
Ela lamenta um pouco mais e escorre veneno.
Ela não para de falar.
Ela conta outros problemas.
Ela relembra antigos.
Ela arruma novos.
Ela pede mais um cigarro,
mais um gole da cerveja...
Ela pede um marido,
uma carona,
um lugar para existir,
um dinheiro,
o isqueiro.
Ela não sabe o que quer.
Mas quer.
Ela olha sempre em volta, pois é o centro das atenções.
Não te contaram?
Mas ela quer mais atenção.
Ela é a atenção.
Ela é a atração que se vê tão atraente que quase se come.
Só não come porque ela é dela.
Se fosse dos outros acho que pediria um pedaço.
Ela reclama mais um pouco.
Modéstia...
Mais um muito.
Ela suspira
por não saber mais o que sugar.
Do que mais reclamar.
Por que mais o mundo lhe é tão injusto.
Ela sai.
Eu respiro.
Ela volta.
Eu me tremo.
Ela fala.
Ela fala.
Ela fala.
Ela tira a energia e a dela não acaba.
Obcessão obcecada.
Ela pede porque dão.
Confiança a sua confusão.
Que tem cheiro de porquerer e na minha garganta provoca alergia.
Alegria?
Nunca vi...
Ingenuidade?
Muito menos.
Ela inveja.
Ela é má.
Ela não para de falar.
Ela pede mais um gole.
Ela quase chora...
Não aguento.
Por favor.
Uma faca pra suicídio.
Vai que ela quer também...
Ela vem vindo.
Ela sorri.
Ela cumprimenta
Hoje será diferente. Deus há de querer!!
Não.
Não é hoje o dia.
Deus não quis.
Nunca quer, Papai do Céu?
Ela começa.
Ela sorri... amareladamente.
Ela se mete e acaba com qualquer bom clima ou outro assunto.
Ela reclama da vida.
Ela conta seus problemas.
Ela não para de falar.
Monólogo de palavras negativas.
Ela lamenta mais.
Ela conta mais problemas.
Ela pede um cigarro,
pede um gole da cerveja,
qualquer coisa para comer,
pede um pingo do colírio...
Ela lamenta um pouco mais e escorre veneno.
Ela não para de falar.
Ela conta outros problemas.
Ela relembra antigos.
Ela arruma novos.
Ela pede mais um cigarro,
mais um gole da cerveja...
Ela pede um marido,
uma carona,
um lugar para existir,
um dinheiro,
o isqueiro.
Ela não sabe o que quer.
Mas quer.
Ela olha sempre em volta, pois é o centro das atenções.
Não te contaram?
Mas ela quer mais atenção.
Ela é a atenção.
Ela é a atração que se vê tão atraente que quase se come.
Só não come porque ela é dela.
Se fosse dos outros acho que pediria um pedaço.
Ela reclama mais um pouco.
Modéstia...
Mais um muito.
Ela suspira
por não saber mais o que sugar.
Do que mais reclamar.
Por que mais o mundo lhe é tão injusto.
Ela sai.
Eu respiro.
Ela volta.
Eu me tremo.
Ela fala.
Ela fala.
Ela fala.
Ela tira a energia e a dela não acaba.
Obcessão obcecada.
Ela pede porque dão.
Confiança a sua confusão.
Que tem cheiro de porquerer e na minha garganta provoca alergia.
Alegria?
Nunca vi...
Ingenuidade?
Muito menos.
Ela inveja.
Ela é má.
Ela não para de falar.
Ela pede mais um gole.
Ela quase chora...
Não aguento.
Por favor.
Uma faca pra suicídio.
Vai que ela quer também...
terça-feira, 30 de junho de 2009
Caravana da Coragem
Graças à vida, graças à Deus somos tão egoístas.
Somos no sentido de "por sermos".
Tão ocupados em si, na "tríplice entente"enraizada em gamas das novas situações esquecemos até de crises políticas, escândalos parlamentares, mortes de celebridades e problemas do mundo.
É graças à vida.
Ao interno efervesce o que o externo nem imagina.
A intimidade, os bastidores.
As poucas e boas.
A história parece passar paralela ao nosso quarto.
Onde tecemos as nossas estratégias de guerrilha e diplomacia, onde "tratados de Tordesilhas" são mais francos e soluptíveis e onde furos pra tablóide nunca faltarão.
Mas a gente olha pro mundo assim; nem como mais, nem como menos... apenas diferentes do já que fomos.
Com olhos de adulto?
Enturmados com as nuas e cruas verdades?
Com feridas que um dia calejarão.
Mas ainda são feridas.
Que se carrega ao "aprender".
A pureza majestifica os acontecimentos, as preocupações os imparcializam e bons momentos os desapercebem.
Ps: A palavra "soluptível" não existe. Mas é exatamente isso ai. Soluptível sempre será soluptivel, em qualquer circustância.
Somos no sentido de "por sermos".
Tão ocupados em si, na "tríplice entente"enraizada em gamas das novas situações esquecemos até de crises políticas, escândalos parlamentares, mortes de celebridades e problemas do mundo.
É graças à vida.
Ao interno efervesce o que o externo nem imagina.
A intimidade, os bastidores.
As poucas e boas.
A história parece passar paralela ao nosso quarto.
Onde tecemos as nossas estratégias de guerrilha e diplomacia, onde "tratados de Tordesilhas" são mais francos e soluptíveis e onde furos pra tablóide nunca faltarão.
Mas a gente olha pro mundo assim; nem como mais, nem como menos... apenas diferentes do já que fomos.
Com olhos de adulto?
Enturmados com as nuas e cruas verdades?
Com feridas que um dia calejarão.
Mas ainda são feridas.
Que se carrega ao "aprender".
A pureza majestifica os acontecimentos, as preocupações os imparcializam e bons momentos os desapercebem.
Ps: A palavra "soluptível" não existe. Mas é exatamente isso ai. Soluptível sempre será soluptivel, em qualquer circustância.
sábado, 27 de junho de 2009
Who's Bad?
As pessoas parecem que tem vergonha.
Vinte e cinco horas por dia fazendo cena, fingindo uma postura.
Renegando as suas verdades e botando a máscara com a cara que gostariam de ter.
Mente quem não curtiu Michael Jackson.
Mente quem não admirava o grande artista que parecia -como um grande rei- imortal.
Eu sou fã desde os Jackson 5.
Já tive poster grudado na parede.
Discos e "mp3zes".
Até o imitava... só não sabia fazer o moonwalker.
Mas ainda tento.
Salve Maicou!
Vinte e cinco horas por dia fazendo cena, fingindo uma postura.
Renegando as suas verdades e botando a máscara com a cara que gostariam de ter.
Mente quem não curtiu Michael Jackson.
Mente quem não admirava o grande artista que parecia -como um grande rei- imortal.
Eu sou fã desde os Jackson 5.
Já tive poster grudado na parede.
Discos e "mp3zes".
Até o imitava... só não sabia fazer o moonwalker.
Mas ainda tento.
Salve Maicou!
domingo, 14 de junho de 2009
Sangra.
A obviedade nos induz a condenar os atos alheios; rotular atitudes como traições, esquecendo que os destinos são retas paralelas que nem mesmo no horizonte irão se juntar.
Elo fraco?
E quem disse que há corrente?!
...
A lealdade é a utopia mais distante; sugere nas bifurcações da vida plenamente não existir.
Dói.
Perturba.
O que fala mais alto? O que vale mais?
Cada um com seus pesos e medidas.
Os sonhos são sim particulares e individuais.
Muitas vezes se enamoram e brevemente se entrelaçam.
Brevemente.
Não deixa que maquiavelicamente -os fins justificam os meios- atrapalhem o andamento das nossas metas.
Eles têm as deles afinal...
Pessoas se perdem pelo caminho.
Outras surgem.
E daqui a pouco também se perderão.
Vale o que valer.
"NelsonCavaquinices" à parte, ao final de tudo estaremos sozinhos mesmo... portanto a peneira que garimpa os valiosos grãos de ouro na imensidão da lama não pode parar seu chacoalhar e chacoalhar.
Chacoalha peneira, que tu não é viseira pra tapar o sol nem o que se tenta não enxergar!
Encara, filho de Deus, as provações, os leões e as punhaladas nas costas, na cara e na alma.
Sacode e que saia a poeira do pessimismo e depreciação.
Reage, levanta a tua cabeça e mostra pra si mesmo que vai dar tudo certo.
Pensa no amanhã.
Aprende com o ontem.
Se prepara para o hoje
Agradece pelo sempre.
Elo fraco?
E quem disse que há corrente?!
...
A lealdade é a utopia mais distante; sugere nas bifurcações da vida plenamente não existir.
Dói.
Perturba.
O que fala mais alto? O que vale mais?
Cada um com seus pesos e medidas.
Os sonhos são sim particulares e individuais.
Muitas vezes se enamoram e brevemente se entrelaçam.
Brevemente.
Não deixa que maquiavelicamente -os fins justificam os meios- atrapalhem o andamento das nossas metas.
Eles têm as deles afinal...
Pessoas se perdem pelo caminho.
Outras surgem.
E daqui a pouco também se perderão.
Vale o que valer.
"NelsonCavaquinices" à parte, ao final de tudo estaremos sozinhos mesmo... portanto a peneira que garimpa os valiosos grãos de ouro na imensidão da lama não pode parar seu chacoalhar e chacoalhar.
Chacoalha peneira, que tu não é viseira pra tapar o sol nem o que se tenta não enxergar!
Encara, filho de Deus, as provações, os leões e as punhaladas nas costas, na cara e na alma.
Sacode e que saia a poeira do pessimismo e depreciação.
Reage, levanta a tua cabeça e mostra pra si mesmo que vai dar tudo certo.
Pensa no amanhã.
Aprende com o ontem.
Se prepara para o hoje
Agradece pelo sempre.
sábado, 13 de junho de 2009
E roda a roleta!
Será que dá?
Se não der acho que não vou...
Só vou se der...
Mas se eu não for, não saberei se daria.
...
Tento?
Espero?
Desisto?
É fogo.
É jogo.
É arriscar, é pagar pra ver.
Quebra a banca ou perde tudo.
Nas rodadas de alto risco o difícil é parar...
Mas também é blefar.
Apelar.
É encarnar a frieza de um jogador.
Dados viciados
Cartas na manga.
Na mesa do "como seria?", todas as fichas no que será!.
Se não der acho que não vou...
Só vou se der...
Mas se eu não for, não saberei se daria.
...
Tento?
Espero?
Desisto?
É fogo.
É jogo.
É arriscar, é pagar pra ver.
Quebra a banca ou perde tudo.
Nas rodadas de alto risco o difícil é parar...
Mas também é blefar.
Apelar.
É encarnar a frieza de um jogador.
Dados viciados
Cartas na manga.
Na mesa do "como seria?", todas as fichas no que será!.
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Kawó Kabiesilé ! ! !
Pai Xangô Menino
( João Martins /Leandro Fregonesi / Raul DiCáprio)
O vento balançou a mata
Trovão tremeu o céu e o chão
A lua prateada na imensidão
Clareia a imaginação - ôô
No pé da velha cachoeira
Pedreira do meu Pai Xangô
Os olhos da bondade, da redenção
Vigiam o meu coração
Na palma da mão do Pai
Tem um mar de amor que eu sei
A força da fé não trai
Justiça do Pai é lei
O mal é no chão que cai
O bem é que vira rei
Rei da coroa, Meu Pai Xangô Menino
Eu pergunto ao Senhor se o meu destino
É certeza que vai acontecer
Caô! Quem me guia
Mironga, tambor, Babá, Oxê!
Caô! Quem me guia
Xangô já chegou pra me dizer!
...
Aos olhos da justiça a vitória será dos dignos.
( João Martins /Leandro Fregonesi / Raul DiCáprio)
O vento balançou a mata
Trovão tremeu o céu e o chão
A lua prateada na imensidão
Clareia a imaginação - ôô
No pé da velha cachoeira
Pedreira do meu Pai Xangô
Os olhos da bondade, da redenção
Vigiam o meu coração
Na palma da mão do Pai
Tem um mar de amor que eu sei
A força da fé não trai
Justiça do Pai é lei
O mal é no chão que cai
O bem é que vira rei
Rei da coroa, Meu Pai Xangô Menino
Eu pergunto ao Senhor se o meu destino
É certeza que vai acontecer
Caô! Quem me guia
Mironga, tambor, Babá, Oxê!
Caô! Quem me guia
Xangô já chegou pra me dizer!
...
Aos olhos da justiça a vitória será dos dignos.
quinta-feira, 28 de maio de 2009
A Prova (e suas variaçôes "Há", "À e "Ah".)
Como em cartas para o mundo
(João Martins/ Mauricio Araújo)
Vou salvando as memórias
Como em cartas para o mundo
Para um dia serem provas
Recuperar quase tudo
Serão tempos infantis?
Os guris vão se orgulhar?
Das histórias do "mais velho", do que terei pra contar?
Noites, amores, problemas...
Quero um vasto repertório!
Diminutas, aumentadas
Histórias, vitórias e amigos
O que sinto boto à prova
Pras cabeças de um destino!
Se o futuro é purgatório
Desencarnar eu nem ligo
Não ligo porque o mundo é meu
O que Deus deu, o que Deus dá.
Se no tempo se perder é que não era pra lembrar.
...
E vamo que vamo.
Boa quinta feira.
(João Martins/ Mauricio Araújo)
Vou salvando as memórias
Como em cartas para o mundo
Para um dia serem provas
Recuperar quase tudo
Serão tempos infantis?
Os guris vão se orgulhar?
Das histórias do "mais velho", do que terei pra contar?
Noites, amores, problemas...
Quero um vasto repertório!
Diminutas, aumentadas
Histórias, vitórias e amigos
O que sinto boto à prova
Pras cabeças de um destino!
Se o futuro é purgatório
Desencarnar eu nem ligo
Não ligo porque o mundo é meu
O que Deus deu, o que Deus dá.
Se no tempo se perder é que não era pra lembrar.
...
E vamo que vamo.
Boa quinta feira.
domingo, 24 de maio de 2009
Overdose... nada demais!
Vontade.
Desejo.
Ambições.
De conhecer os caminhos da vida em um minuto.
De saber tudo.
De estar sempre certo.
De chegar ao topo, pra depois escalar um pico ainda maior.
Passar dos limites.
Ansiedade por êxitos, necessidade de novos desafios.
Voar é definitivamente muito pouco.
Sede de tomar o mundo numa dose só.
E depois?
Bota outra ai, meu chefe!
Caprichada.
Desejo.
Ambições.
De conhecer os caminhos da vida em um minuto.
De saber tudo.
De estar sempre certo.
De chegar ao topo, pra depois escalar um pico ainda maior.
Passar dos limites.
Ansiedade por êxitos, necessidade de novos desafios.
Voar é definitivamente muito pouco.
Sede de tomar o mundo numa dose só.
E depois?
Bota outra ai, meu chefe!
Caprichada.
quinta-feira, 21 de maio de 2009
O dia em que tudo deu certo.
No dia em que tudo deu certo de um molho de centenas de chaves desconhecidas, a escolhida foi a que abriu a porta. De prima.
Dinheiro foi achado no bolso da velha calça.
A manhã nasceu ela mesma e a noite cismou de ser mais bonita.
Olhos em pavoroço querendo falar e bocas querendo algo mais; porém majestosamente cantaram.
O planeta roda em outro ritmo e a vida ruma pro que não se sabe.
Os sabores se acentuam.
Os ingênuos se insinuam.
Vira monstro, vira herói, remete-se aos tempos idos.
Tempos vindos tão presentes se revelam fascinantes.
No dia que tudo deu certo, o incerto se fez mestre de cerimônia.
Tratou a todos como de casa pois a casa era o nosso denominador comum; com paredes fofoqueiras e chão observador.
A felicidade explode em atrevidos estalares de copos, taças, olhos e pensamentos.
Estala sim!
Violentamente simples.
Deliciosamente inéditos.
Sumos.
Líquidos.
Escorrem, fogem do controle.
Conhece-se
Desconhece-se
Reconhece-se
Regurgita-se intolerâncias e egoísmos.
Inespera-se
Surpreende-se
Some e chora
Desmerece e se espanta..
No dia que tudo deu certo, tudo deu-se como talvez nunca possivelmente se imaginara.
Foi aos veres do exato um espelhado.
As lembranças coloriram, as certezas se atrapalharam.
Pais e filhos, sacrilégios...
Macro poses se assemelham.
No dia que deu tudo certo as asas da liberdade exalaram paz ao levantar voo.
Pólem bondoso invadiu lares e cucas.
E está tudo ai.
Olha como roda...
olha como sente.... desculpa-se pelo que nunca antes tinha existido?
Não precisa; olhos são reflectivos.
São anseios do que se espera mas, por onde andar o olho nu, bem mais nuas estarão as vidas tão merecedoras desse bem estar.
No dia em que tudo deu certo as pedras deram leite e flor.
Desabrocharam graças aos ensinamentos.
Receberam-se cantos e santos e a mágica se fez presente.
No dia em que tudo deu certo, o certo foi mais que merecido.
Foi suposto e apreciado.
Foi planejado e enfim vencedor.
O dia em que tudo deu certo não podia acabar
Mas acabou pra que dias melhores que ele venham também.
Obrigado, Dia.
não poderia ser diferente.
Dinheiro foi achado no bolso da velha calça.
A manhã nasceu ela mesma e a noite cismou de ser mais bonita.
Olhos em pavoroço querendo falar e bocas querendo algo mais; porém majestosamente cantaram.
O planeta roda em outro ritmo e a vida ruma pro que não se sabe.
Os sabores se acentuam.
Os ingênuos se insinuam.
Vira monstro, vira herói, remete-se aos tempos idos.
Tempos vindos tão presentes se revelam fascinantes.
No dia que tudo deu certo, o incerto se fez mestre de cerimônia.
Tratou a todos como de casa pois a casa era o nosso denominador comum; com paredes fofoqueiras e chão observador.
A felicidade explode em atrevidos estalares de copos, taças, olhos e pensamentos.
Estala sim!
Violentamente simples.
Deliciosamente inéditos.
Sumos.
Líquidos.
Escorrem, fogem do controle.
Conhece-se
Desconhece-se
Reconhece-se
Regurgita-se intolerâncias e egoísmos.
Inespera-se
Surpreende-se
Some e chora
Desmerece e se espanta..
No dia que tudo deu certo, tudo deu-se como talvez nunca possivelmente se imaginara.
Foi aos veres do exato um espelhado.
As lembranças coloriram, as certezas se atrapalharam.
Pais e filhos, sacrilégios...
Macro poses se assemelham.
No dia que deu tudo certo as asas da liberdade exalaram paz ao levantar voo.
Pólem bondoso invadiu lares e cucas.
E está tudo ai.
Olha como roda...
olha como sente.... desculpa-se pelo que nunca antes tinha existido?
Não precisa; olhos são reflectivos.
São anseios do que se espera mas, por onde andar o olho nu, bem mais nuas estarão as vidas tão merecedoras desse bem estar.
No dia em que tudo deu certo as pedras deram leite e flor.
Desabrocharam graças aos ensinamentos.
Receberam-se cantos e santos e a mágica se fez presente.
No dia em que tudo deu certo, o certo foi mais que merecido.
Foi suposto e apreciado.
Foi planejado e enfim vencedor.
O dia em que tudo deu certo não podia acabar
Mas acabou pra que dias melhores que ele venham também.
Obrigado, Dia.
não poderia ser diferente.
terça-feira, 12 de maio de 2009
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Eu & meu Violão
Gente Malandreada
(João Martins)
tem vezes que um pequeno problema
deixa a vida preocupada
com coisas bem menores a gente
que dirá da gente
gente malandreada.
Quem sabe admirar a lua
Não pode ser presa de alguéns que só olham pro chão.
Nós somos do bonde do bem
Malucos beleza também
De almas claras
De pratos limpos
De beijo molhado
Futuro e passado nos fazem ser super-heróis
Da madrugada, dos dias lindos
De gargalhadas até perder a voz
Tudo era fácil quando tentamos dificultar
Vida vazia da margem pro "nada haver" chegar.
O nosso jeito de amar já parece tão parecido
Simples e genialmente bom de encontrar.
...
Primeira canção feita com meu violão!
Comprei um violão!
Finalmente...
Engraçado esse nome né?
VIOLÃO!
(João Martins)
tem vezes que um pequeno problema
deixa a vida preocupada
com coisas bem menores a gente
que dirá da gente
gente malandreada.
Quem sabe admirar a lua
Não pode ser presa de alguéns que só olham pro chão.
Nós somos do bonde do bem
Malucos beleza também
De almas claras
De pratos limpos
De beijo molhado
Futuro e passado nos fazem ser super-heróis
Da madrugada, dos dias lindos
De gargalhadas até perder a voz
Tudo era fácil quando tentamos dificultar
Vida vazia da margem pro "nada haver" chegar.
O nosso jeito de amar já parece tão parecido
Simples e genialmente bom de encontrar.
...
Primeira canção feita com meu violão!
Comprei um violão!
Finalmente...
Engraçado esse nome né?
VIOLÃO!
sexta-feira, 24 de abril de 2009
PSIU ! ! !
Ei, você!!!
Você mesmo, que tá lendo aqui o blog.
Desculpa estar assim sendo até muito direto, mas eu reparo que você de vez enquando aparece por aqui.
Tá gostando?
Poxa legal!
Legal que tem uma galera visitando e de certa forma participando da minha vida, asborvendo os meus momentos na forma de textos!
Brigado, viu?!
Fico realmente feliz!
Ah, aproveitando...
Queria convidar você pro lançamento do meu disco que vai rolar lá no "MAS SERÁ O BENEDITO?" dia 18 de maio, uma casa nova super legal que abriu ali na Gomes Freire 599.
Cai numa segunda feira...E o ingresso é baratinho, não vai nem doer...
Tem até uma lista amiga!
Tô avisando hoje dia 24 porque eu não quero desculpa, valeu?!
Vai ser bem legal!
Eu vou cantar músicas do disco, e outras coisas bem legais que rolam nas rodas de samba que faço parte; Beco do Rato, lá do Renascença sábado e no Santa Luzia.
A galera que vai tocar é a mesma que gravou no disco e enfim... tô divulgando ai pra rapaziada porque a presença seria muito importante!
Ah, e é lançamento mesmo!
Vai ter o disco pra vender e o saci rodopiar!
FINALMENTE!
E continue visitando aqui o Samba João Martins pra ler as minhas maluquices!
Falou!
Beijo!
Você mesmo, que tá lendo aqui o blog.
Desculpa estar assim sendo até muito direto, mas eu reparo que você de vez enquando aparece por aqui.
Tá gostando?
Poxa legal!
Legal que tem uma galera visitando e de certa forma participando da minha vida, asborvendo os meus momentos na forma de textos!
Brigado, viu?!
Fico realmente feliz!
Ah, aproveitando...
Queria convidar você pro lançamento do meu disco que vai rolar lá no "MAS SERÁ O BENEDITO?" dia 18 de maio, uma casa nova super legal que abriu ali na Gomes Freire 599.
Cai numa segunda feira...E o ingresso é baratinho, não vai nem doer...
Tem até uma lista amiga!
Tô avisando hoje dia 24 porque eu não quero desculpa, valeu?!
Vai ser bem legal!
Eu vou cantar músicas do disco, e outras coisas bem legais que rolam nas rodas de samba que faço parte; Beco do Rato, lá do Renascença sábado e no Santa Luzia.
A galera que vai tocar é a mesma que gravou no disco e enfim... tô divulgando ai pra rapaziada porque a presença seria muito importante!
Ah, e é lançamento mesmo!
Vai ter o disco pra vender e o saci rodopiar!
FINALMENTE!
E continue visitando aqui o Samba João Martins pra ler as minhas maluquices!
Falou!
Beijo!
terça-feira, 21 de abril de 2009
Oitavo pecado
Roda mundo...
Roda,
gira...
Passa tempo...
Entra, tempo...
Muda tempo..
Tempo vira...
Caso antigo
Nunca cessa?
Parece que nos perseguimos perseguidos.
E sem medo do tempo
Mais cedo, mais tarde...
A gente sempre dá um jeito de se encontrar
Pra você virar minha cabeça...
E mais uma vez sair impune depois de tirar a minha paz.
Me mostrar que sou um fraco já que me deixo cair nas suas garras.
Meu fraco
que é tão forte e me machuca.
Atrapalha meu trabalho
Meu sossego
Meus apegos.
Me destrói.
Meu herói
O ciúme.
...
Roda,
gira...
Passa tempo...
Entra, tempo...
Muda tempo..
Tempo vira...
Caso antigo
Nunca cessa?
Parece que nos perseguimos perseguidos.
E sem medo do tempo
Mais cedo, mais tarde...
A gente sempre dá um jeito de se encontrar
Pra você virar minha cabeça...
E mais uma vez sair impune depois de tirar a minha paz.
Me mostrar que sou um fraco já que me deixo cair nas suas garras.
Meu fraco
que é tão forte e me machuca.
Atrapalha meu trabalho
Meu sossego
Meus apegos.
Me destrói.
Meu herói
O ciúme.
...
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Apaga a luz, apaga a luz ! ! ! !
Ao longo dos anos, um velho conhecido vem sofrido severas e inoportunas adequações.
É presente em boas lembranças, situações constrangedoras e até em quebradas de copo.
Me refiro ao PARABÉNS PRA VOCÊ.
Ele nos é apresentado antes mesmo que se faça necessário; quem nunca cantou pra um bebê com menos de um ano?!
Melodia simples...
Canta comigo (na versão carioca; nada de PARABÉNS À VOCÊ...¬¬ Alow hein...):
"Parabéns pra você
Nessa data querida
Muitas felicidades
Muitos anos de vida"
ÊÊÊÊÊÊ!!!
...
Não satisfeito em mudar a letra do inglês (aliás a nossa perto dessa é um obra prima):
HAPPY BIRTHDAY TO YOU,
HAPPY BIRTHDAY TO YOU,
HAPPY BIRTHDAY TO FULANO,
HAPPY BIRTHDAY TO YOU.
... o brasileiro me enfia um:
"É BIG, É BIG, É BIG, É BIG, É BIG.
É HORA, É HORA, É HORA, É HORA, É HORA.
RÁ, TIM, BUM; FULANO, FULANO."
...que não se sabe a serventia!
O que significa É BIG e É HORA?
Rá, tim, bum?!
Bom, essa deve ser a parte Djavanesca do parabéns.
Parabéns que atualmente já recomendam que se cante no meio da festa, pois ainda agregaram os top hits:
-ESTÁ NA HORA DE APAGAR A VELINHA (primeira e segunda parte: QUE DEUS LHE DÊ...)
-DERRAMA SENHOR,
-"HOJE VAI TER UMA FESTA (da Xuxa),
-COM QUEM SERÁ?
e finalmente o magnífico:
-"AHÁ, UHÚ Ô FULANO EU VOU COMER SEU BOLO".
(e suas co-irmãs A chuva cai, a rua inunda etc.).
Até cantar isso tudo já passou da meia noite e os convidados provavelmente estarão roucos e com as palmas das mãos ardendo; mais ou menos uma hora e quinze minutos, quase um show!
Por isso gente...
Vamos escolher UMA só canção para louvar mais um ano de vida de nossos entes queridos!
Não há necessidade de cantarmos TODOS esses hinos e deixarmos o bolo encher de formiga, as tias com as varizes doendo, a vela derreter em cima do "gracê royal" e o DJ sem tocar "La Bamba".
Menos é mais!
E posso levar uns docinhos desses pro meu primo de Jacarepaguá?
É presente em boas lembranças, situações constrangedoras e até em quebradas de copo.
Me refiro ao PARABÉNS PRA VOCÊ.
Ele nos é apresentado antes mesmo que se faça necessário; quem nunca cantou pra um bebê com menos de um ano?!
Melodia simples...
Canta comigo (na versão carioca; nada de PARABÉNS À VOCÊ...¬¬ Alow hein...):
"Parabéns pra você
Nessa data querida
Muitas felicidades
Muitos anos de vida"
ÊÊÊÊÊÊ!!!
...
Não satisfeito em mudar a letra do inglês (aliás a nossa perto dessa é um obra prima):
HAPPY BIRTHDAY TO YOU,
HAPPY BIRTHDAY TO YOU,
HAPPY BIRTHDAY TO FULANO,
HAPPY BIRTHDAY TO YOU.
... o brasileiro me enfia um:
"É BIG, É BIG, É BIG, É BIG, É BIG.
É HORA, É HORA, É HORA, É HORA, É HORA.
RÁ, TIM, BUM; FULANO, FULANO."
...que não se sabe a serventia!
O que significa É BIG e É HORA?
Rá, tim, bum?!
Bom, essa deve ser a parte Djavanesca do parabéns.
Parabéns que atualmente já recomendam que se cante no meio da festa, pois ainda agregaram os top hits:
-ESTÁ NA HORA DE APAGAR A VELINHA (primeira e segunda parte: QUE DEUS LHE DÊ...)
-DERRAMA SENHOR,
-"HOJE VAI TER UMA FESTA (da Xuxa),
-COM QUEM SERÁ?
e finalmente o magnífico:
-"AHÁ, UHÚ Ô FULANO EU VOU COMER SEU BOLO".
(e suas co-irmãs A chuva cai, a rua inunda etc.).
Até cantar isso tudo já passou da meia noite e os convidados provavelmente estarão roucos e com as palmas das mãos ardendo; mais ou menos uma hora e quinze minutos, quase um show!
Por isso gente...
Vamos escolher UMA só canção para louvar mais um ano de vida de nossos entes queridos!
Não há necessidade de cantarmos TODOS esses hinos e deixarmos o bolo encher de formiga, as tias com as varizes doendo, a vela derreter em cima do "gracê royal" e o DJ sem tocar "La Bamba".
Menos é mais!
E posso levar uns docinhos desses pro meu primo de Jacarepaguá?
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Dona Marlly pra sempre!
Foi rápido e a rapidez amenizou o sofrimento.
Sofrimento pra quem?
Já que não se sabe o que se sente ao morrer, nem ao menos perto...
...
Foi tão rapido que enfatizou o que não existiu.
O que não se viveu.
O que não se perguntou nem obteve respostas.
Lugares, pessoas e posturas que não conhecemos e não nos permitimos conhecer ja que os tempos paralelos ao nosso nos recrutavam tanto.
...
Faltou tanta coisa...
E agora, poxa?
Como eu faço?
Não me interessam outras companhias nem outros personagens.
Tinha que ser você!
Tem que ser...
...
Aonde você está?
Tá tudo bem?
Você vai ficar bem?
Eu vou ficar bem?
Porque tão rápido tudo mudou...
Volta, por favor...
Ajuda aqui!
A vida que ja tinha máscara de difícil, agora foi genuinamente reconhecida.
Mais feia do que se supunha.
...
A saudade.
A necessidade.
É dificil.
Lamento dizer que acabou, que não há mais.
Mas respeito.
E especulo o nosso encontro, minha avó.
Você que tão presente ainda faz parte da rotina e dos meus mais instintivos, ingênuos e sinceros passos.
Ações...
Pensamentos...
...
Se puder espia daí a minha vida...Mas se puder, intercede também...
Preciso tanto.
Amanhã faz uma semana que amputaram-se meu destino e coração mas gradualmente reabilitam-se na espera de quem virá sentir seu nome, sua falta e seu legado.
Botar em prática é a melhor parte do aprendizado.
Assinar:
Postagens (Atom)

